Jeffrey Epstein deixou uma nota chocante antes da morte. Leia o que escreveu

O documento, escrito num tom desafiador e arrogante, foi mantido em sigilo durante anos pelo tribunal de Nova Iorque. Entenda tudo.

"Jeffrey Epstein: Filthy Rich" (27 de maio)

Anos depois da morte que alimentou dezenas de teorias da conspiração, veio finalmente a público o conteúdo de uma nota escrita por Jeffrey Epstein na prisão, pouco antes de morrer. O documento, que esteve selado pelo tribunal de Nova Iorque, foi divulgado esta quarta-feira, 6 de maio, segundo avança o “The New York Times”.

A nota terá sido escrita em julho de 2019, um mês antes da sua morte, após a sua primeira tentativa de suicídio. Na altura, Jeffrey Epstein foi encontrado inconsciente com marcas no pescoço e chegou a acusar o seu colega de cela, o ex-polícia Nicholas Tartaglione, de o ter tentado matar.

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“Investigaram-me durante meses, não encontraram nada!!!”, começou por escrever na nota, referindo-se a acusações com mais de 16 anos. No texto, o financeiro parece justificar a sua intenção de pôr fim à vida como um ato de controlo, “É um privilégio poder escolher o momento certo para dizer adeus”, escreveu.

Jeffrey Epstein terminou a mensagem com uma frase curta, em maiúsculas: “SEM DIVERSÃO – NÃO VALE A PENA!!”.

De acordo com o “The New York Times” a carta terá chegado às mãos das autoridades pelas mãos de Nicholas Tartaglione, o colega de cela que Jeffrey Epstein acusou de agressão. Nicholas Tartaglione terá encontrado o papel escondido dentro de um livro de banda desenhada após o financeiro ter sido transferido para uma cela individual.

De acordo com o ex-polícia condenado por tráfico de droga e homicídio, o documento servia para provar que Jeffrey Epstein não tinha sido atacado, mas que tinha, sim, tendências suicidas que tentava esconder dos guardas da prisão.

Jeffrey Epstein acabou por morrer em agosto de 2019, aos 66 anos, no Centro Correcional de Manhattan. O médico legista confirmou a morte por enforcamento com uma “corda improvisada”, mas as graves falhas de segurança na prisão, que incluíram guardas a dormir e câmara que não funcionaram, continuam a alimentar teorias de que o pedófilo condenado poderá ter sido assassinado para não comprometer figuras poderosas da elite mundial.

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