Tudo aconteceu numa recente entrevista feita a Joana Marques, onde se perguntou se a humorista já tinha recebido as custas judiciais por parte dos Anjos. Entenda toda a situação.
A polémica que opõe os Anjos e Joana Marques parece não ter fim. Agora, os irmãos Rosado vieram desmentir a humorista sobre o valor que a mesma recebeu nas custas judiciais depois de vencer o caso em tribunal, e emitiram um comunicado esta quinta-feira, 23 de abril, com os valores certos. No entanto, Joana Marques, no podcast onde falou sobre o assunto, nunca referiu o valor específico que recebeu por parte da dupla portuguesa, admitindo apenas que já tinha recebido o dinheiro e que esteve dava “para umas férias”.
Tudo aconteceu no mais recente episódio do podcast “Humor à Primeira Vista”, onde Gustavo Carvalho perguntou a Joana Marques se por acaso, seis meses depois, já tinha recebido as custas judiciais por parte dos Anjos – ou seja, o valor que a dupla tinha de pagar à humorista depois de esta vencer o processo de alegados danos emocionais e patrimoniais feitos aos irmão Rosado na sequência de um vídeo satírico no Moto GP.
Na altura, a comunicação social informou que esse valor poderia ser de 31 mil euros, segundo a SIC Notícias, de acordo com as contas feitas sobre o valor que os Anjos pediam a Joana Marques caso vencessem: pouco mais de um milhão de euros. Desta forma, este foi o valor divulgado, mas a verdade é que a humorista nunca disse ao certo quando tinha recebido, revelando apenas que dava para umas férias ou até para a “decoração” do seu espetáculo em cena, “Em Sede Própria”.
No entanto, os irmãos Rosado acharam por bem meter tudo em pratos limpos, e desmentir Joana Marques sobre o valor (apesar de esta nunca ter mentido). No comunicado enviado pela agência Angel Minds, a dupla acusa a humorista e a comunicação social de inflacionar “em mais de cinco vezes” o montante, e deixou claro que o que estava a acontecer não era um “erro de arredondamento” e sim “desinformação”. “Os Autores não foram condenados em 31 mil euros. Foram condenados em 10.324,44€”, começaram por dizer.
