A cantora norte-americana aceitou um acordo judicial esta segunda-feira, 4 de maio, no Tribunal Superior de Ventura, na Califórnia, após ter sido deita por suspeita de conduzir sob o efeito de álcool e drogas em março deste ano.
Britney Spears, de 44 anos, aceitou um acordo judicial esta segunda-feira, 4 de maio, no Tribunal Superior de Ventura, na Califórnia, depois de ter sido detida em março deste ano por suspeita de condução sob o efeito de álcool e drogas.
Apesar de a cantora não ter estado presente em tribunal, foi representada pelo advogado Michael A. Goldstein, que formalizou a aceitação de um acordo conhecido como “wet reckless”, uma infração mais leve do que a condução sob influência de substâncias.
Britney Spears foi condenada a um ano de liberdade condicional, um dia de prisão já cumprido, o pagamento de uma multa de 530 euros e a obrigação de frequentar um programa de três meses para condutores em risco. A artista terá ainda de realizar sessões semanais com um psicólogo e duas consultas mensais com um psiquiatra, ficando também sujeita a revistas no seu veículo para deteção de álcool ou drogas.
Num comunicado enviado à revista “People”, a defesa de Britney Spears esclareceu que a cantora “assume a responsabilidade pelo seu comportamento”. A advogado sublinhou ainda que foram dados passos concretos no sentido de mudança, apontando a decisão do Ministério Público em reduzir a acusação inicial como um reflexo dessa evolução. O comunicado refere ainda que Britney Spears mostrou-se grata pelo apoio recebido e pela forma discreta como o processo foi conduzido.
Dias antes da audiência, a cantora deixou voluntariamente um centro de tratamento onde esteve internada após a detenção. Desde a saída, foi vista em várias ocasiões no banco do passageiro nos automóveis, em Los Angeles.
Fontes próximas da artista referem que os filhos, Sean Preston, de 20 anos, e Jayden James, de 19, tiveram um papel crucial na decisão da cantora procurar ajuda. A preocupação com o bem-estar da mãe terá sido um dos fatores mais fortes neste período.
O caso seguiu um desfecho mais leve devido à ausência de antecedentes criminais relacionados com a condução sob influência de substâncias, à inexistência de acidente e ao baixo nível de álcool detetado.
As autoridades consideram este tipo de acordo frequente quando existe sinal de adesão a acompanhamento terapêutico por parte do culpado.
