Isla Gordon pode ser uma personagem fictícia, mas a sua trajetória é um espelho de Jeani Buss, a presidente dos Los Angeles Lakers. Entenda tudo.
Se está a devorar a nova temporada de “Running Point”, é provável que já se tenha questionado se o caos familiar dos bastidores dos Los Angeles Waves terá acontecido mesmo na vida real. A resposta é mais simples do que parece. A série é vagamente inspirada em Jeanie Buss, a atual proprietária e presidente dos Los Angeles Lakers, que é uma das produtoras executivas da série da Netflix.
A série surgiu de uma proposta feita por Jeanie Buss que procurou Mindy Kaling, autora da série, inicialmente por ser fã de “The Mindy Project” e “The Office”, tal como a própria contou à “TIME” em fevereiro de 2025.
“Muitas pessoas escrevem sobre ela [Jeanie Buss] e fazem séries em que ela é uma personagem secundária”, afirmou Mindy Kaling. “Ela estava do género: ‘Eu mando nisto. Quero ser produtora de uma série sobre a minha própria vida’”, disse a atriz, citando Jeanie Buss.
A criadora da série revelou ainda que, embora houvesse “jogadores ou pessoas muito específicas na sua vida pessoal”, Jeanie Buss não queria que aparecessem na série, conforme se lê na “People”. A par disso, numa outra entrevista, garantiu que apesar de “ter inspirado grande parte da história”, as personagens são fictícias, incluindo o papel de Kate Hudson, que interpreta Isla Gordon.
Tal como Isla Gordon, Jeanie Buss herdou o império do pai, o lendário Dr. Jerry Buss, após a sua morte em 2013 por insuficiência renal, segundo relatou o “ESPN”. Na vida real, antes de morrer, Jerry Buss preparou tudo para que a filha o sucedesse e colocasse o seu irmão, Jim Buss, no comando das operações da equipa de basquetebol.