Funcionária do IPO morre dois dias após ser vacinada. Autópsia conclui que morte não se deveu a vacina

Assistente operacional do IPO do Porto foi vacinada contra a COVID-19 a 30 de Dezembro e morreu a 1 de Janeiro, de forma súbita. Autópsia revela que não há “qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita”.

A autópsia ao corpo da assistente operacional do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto realizou-se esta terça-feira, 5 de janeiro, e concluiu que a causa da morte não se deveu à vacina. A funcionária do IPO foi vacinada a 30 de Dezembro e morreu a 1 de Janeiro, de forma súbita.

Em comunicado, o Ministério da Justiça afirmou que os dois acontecimentos não estão relacionados, mas, devido ao facto de o caso estar sujeito a segredo de justiça, a causa provável da morte não foi revelada. “Informa-se, sem qualquer referência à causa da morte, que se encontra abrangida pelo segredo de justiça, que os dados preliminares resultantes da autópsia médico-legal hoje [terça-feira] realizada não evidenciam qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita”, refere o comunicado citado pelo “Diário de Notícias”.

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“A funcionária recebeu a vacina no dia 30 de dezembro, não tendo sido notificado qualquer efeito indesejável nem no momento da vacinação nem nos dias subsequentes”, esclareceu também o IPO, em comunicado, citado pelo “Observador”.

Recorde-se de que a primeira dose da vacina contra a COVID-19 foi dada em Portugal a 27 de dezembro, no Hospital de São João, no Porto. A primeira pessoa a ser vacinada foi António Sarmento, 65 anos, médico infecciologista e diretor do serviço de doenças infecciosas do mesmo hospital. Desde então são vários os hospitais do País que já vacinaram os seus funcionários.

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