Guilherme Magalhães trabalha como administrador executivo e responsável financeiro e já passou por três grandes sustos de saúde, sendo o último uma leucemia que obrigou a dois transplantes de medula.
Bastou uma fotografia no Instagram para levantar suspeitas e teorias. Foi exatamente isso que aconteceu com Bárbara Guimarães. A apresentadora publicou uma imagem ao lado de um homem, com uma música romântica de fundo e uma legenda que não deixou grande margem para dúvidas. “Bom dia, primavera. Parabéns, meu amor” foi o suficiente para a curiosidade do público se instalar.
A resposta chegou no programa “Passadeira Vermelha”, da SIC, onde Liliana Campos revelou a identidade do novo namorado da estrela da estação. Falamos de Guilherme Magalhães.
Afinal, quem é o novo namorado de Bárbara Guimarães?
Longe dos holofotes mediáticos, Guilherme Magalhães é alguém com um percurso sólido no mundo empresarial. Atualmente, é administrador executivo e responsável financeiro (CFO) da CUF, uma das maiores redes privadas de saúde em Portugal, e integra o Grupo José de Mello há mais de 35 anos.
Guilherme Magalhães faz também parte da direção da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada e preside ao Conselho de Curadores da Fundação Gil.
Segundo revelou Liliana Campos no mesmo programa, que falou diretamente com a apresentadora, o casal está a viver esta fase com entusiasmo. “Estão a passar um fim de semana no norte”, contou, acrescentando que sentiu Bárbara Guimarães “muito, muito feliz”. E, pelo pouco contacto que teve com Guilherme Magalhães, ficou a ideia de um casal claramente apaixonado.
Novo namorado já passou por três cancros
Num discurso em 2024, num evento da ACEGE, o gestor partilhou um percurso de saúde duro, escreve o “Correio da Manhã”. Teve diagnósticos de cancro em 2009 e 2016, e, no final de 2021, enfrentou um terceiro, uma leucemia considerada sem cura. A solução possível passava por um transplante de medula, que acabou por acontecer após um longo período de espera e tratamentos.
Já depois do transplante, contraiu COVID-19 em isolamento hospitalar, o que obrigou a um segundo transplante e a uma longa hospitalização de 93 dias no IPO de Lisboa.
Outro dos pilares que Guilherme Magalhães sublinha na sua história é a fé, referindo a presença de Deus como constante ao longo do seu percurso. No mesmo testemunho, falou da mulher, Luísa, que morreu em maio de 2024.