Político britânico acusa Meghan Markle de prejudicar a popularidade de Harry

Além de criticar os duques de Sussex e o príncipe Carlos, Nigel Farage também acusou a Rainha-Mãe de fumar e beber demasiado gin.

Os duques de Sussex casaram em maio de 2018 e tiveram o seu primeiro filho um ano depois

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Enquanto atriz e estrela da série “Suits”, Meghan Markle tinha o público do lado dela, bem como fãs a aplaudir o seu estilo descontraído e as partilhas divertidas nas redes sociais. Mas a partir do momento em que a norte-americana casou com o príncipe Harry, tornando-se um membro oficial da família real britânica, a agora duquesa de Sussex não tem tido a vida fácil.

Alvo de constantes críticas à sua postura e às suas falhas de protocolo, Meghan Markle é agora acusada de ser a razão da perda de popularidade de Harry. Quem o afirma é Nigel Farage, político conservador do Reino Unido, que criticou a duquesa durante uma conferência realizada na Austrália, no fim de semana de 10 de agosto.

De acordo com o “The Guardian”, e depois dos duques de Sussex terem anunciado que não teriam mais do que dois filhos para lutar contra a sobre população e contra as alterações climáticas, Nigel Farage ignorou e desvalorizou as preocupações do casal.

“Estamos todos a ignorar completamente o principal problema que a Terra atravessa. A população do globo está a explodir e ninguém quer falar sobre isso. Se o príncipe Harry tem dois filhos é completamente irrelevante num mundo com 2,6 biliões de chineses e indianos”, afirmou o político.

O britânico acrescentou que, antes de casar com Meghan, Harry era o membro da família real mais adorado pelo público nos últimos 100 anos, apesar de se “meter em problemas, aparecer em festas vestido de forma inapropriada, beber demais e causar confusão. Depois conheceu Meghan Markle e caiu de um precipício”.

Mas os duques de Sussex não foram os únicos a ser visados nas críticas de Nigel Farage: na mesma conferência, o político descreveu a Rainha-Mãe, que morreu em 2002, como uma mulher com excesso de peso, fumadora e consumidora frequente de gin.

A única a escapar destas afirmações negativas foi a rainha Isabel II, descrita por Nigel Farage como uma mulher “inspiradora” — mas o príncipe Carlos não teve o mesmo tratamento.

“Temos muita sorte em a ter [referindo-se a Isabel II]. Mas no que toca ao filho, meu Deus. Só posso dizer que o ‘menino’ Carlos já tem 70 anos. Que a rainha viva por muito, muito tempo”, declarou o político.

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