Mulher alerta para o perigo dos brinquedos de corda depois de o seu cão morrer

Pedaços de corda prenderam e perfuraram os intestinos de Sam, que tinha 14 meses. A dona diz que a morte podia ter sido evitada.

"Estes brinquedos não deviam ser vendidos para cães", alertou a dona de Sam

Robert Larsson/Unsplash

Quando Indira Tuckler comprou um brinquedo de corda para o seu Golden Retriever, nunca imaginou os danos que aquele objeto iria causar ao animal. Apesar de a compra ter sido feito numa loja certificada de produtos para animais de estimação, a mulher revelou que um dia depois da compra o cão tinha destruído e engolido partes da corda — que acabaram por lhe prender e perfurar os intestinos.

A publicação foi feita no início de março num grupo de Facebook sobre animais de estimação, mas só agora é que a história começou a ser partilhada na imprensa internacional.

Segundo escreve uma utilizadora que partilhou a sua publicação, Indira mandou para o lixo o brinquedo assim que percebeu que tinha sido totalmente roído e destruído por Sam, o seu cão de apenas 14 meses.

“A bola que estava presa à corda desfez-se em pedaços, o Sam engoliu-os e isso danificou-lhe os intestinos. Os médicos retiraram cerca de 90 centímetros de corda entrelaçada nos intestinos mas não havia nada a fazer. Dois dias depois o Sam acabou por morrer devido a uma hemorragia interna intensa”, lê-se.

A mulher decidiu partilhar a sua experiência por achar que, como ela, há muitas mais pessoas a achar que os brinquedos de corda são impossíveis de destruir.

“Este tipo de objetos são muito perigosos porque acabam por atravessar, e apertar, os intestinos. Segundo um artigo publicado pela Clínica Veterinária de Germantown [nos EUA], os objetos de corda são os brinquedos mais perigosos caso sejam engolidos pelos nossos animais de estimação”, continua.

Sam foi sujeito a uma primeira cirurgia mas os intestinos estavam já demasiado danificados

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Indira Tuckler alertou ainda para os sintomas mais comuns que, lamenta, são geralmente confundidos com outros problemas nos animais como a ocorrência de “vómitos, diarreia e até um consumo excessivo de água.”

“Esta foi uma morte que podia ter sido evitada. Estes brinquedos não deviam ser vendidos para cães e acredito que podemos fazer-nos ouvir se partilharmos esta história e salvar outros animais”, concluiu.

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