Vem aí uma série inspirada em “A Rede Social” — mas sobre a criação do Snapchat

Foi muito cobiçada por várias produtoras de Hollywood mas, sabe-se agora, será transmitida através de uma aplicação para telemóveis.

A história vai acompanhar a forma como o Evan Spiegel idealizou e criou o Snapchat em 2011

Shutterstock

Não vai ter Mark Zuckerberg nem banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross. Apesar disso, a nova série sobre a criação do Snapchat vai ser inspirada em “A Rede Social” — o filme realizado por David Fincher (“Em Parte Incerta”) que acompanha os primeiros momentos da fundação do Facebook, em 2004.

A notícia foi avançada pela “Tech Crunch”, a plataforma especializada em notícias de tecnologia e informática, que diz que a ideia é contar uma história “interessante e convincente sobre uma das redes sociais mais importantes atualmente”.

Apesar de o projeto ter sido cobiçado por várias produtoras de Hollywood, a verdade é que vai estar disponível apenas através da Quibi — um novo serviço de streaming que só funciona através de uma aplicação para telemóveis.

Em entrevista à mesma publicação, o CEO da plataforma Jeffrey Katzenberg revelou os seus planos para a série que, garante, não será a única da plataforma.

“[A nova série] vai ser sobre Evan Spiegel e a forma como ele construiu e criou o Snapchat, que é uma das grandes plataformas sociais do nosso tempo. Queremos contar uma história que seja tão interessante como ‘A Rede Social’ foi sobre o Facebook”, explicou.

A nova produção, ainda sem nome anunciado, vai basear-se no guião escrito por Elissa Karasik (“Ossos”) que, inicialmente, foi idealizado para o cinema.

Mas embora a plataforma já tenha lançamento anunciado para abril de 2020, não se sabe quando vai estrear, quantos episódios vai ter ou em quantas temporadas será contada a história.

Ao que parece, a ideia da Quibi passa por tentar reformular o sucesso de plataformas como a Vine, o serviço de partilha de pequenos clipes de vídeo, ao disponibilizar vários conteúdos curtos e de consumo imediato. À mesma publicação, o CEO da empresa revela querer chegar à produção de cinco mil conteúdos por ano.

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