A pulseira que nasceu há quase 50 anos e continua a ser tendência entre as it-girls

Continua a ser a escolha de Jennifer Aniston ou de Chiara Ferragni quanto a joalharia. É inspirada no amor e vem com uma chave de fendas.

A blogger e influenciadora italiana Chiara Ferragni é fã desta pulseira

Num mundo em que as modas e tendências passam à velocidade da luz, até parece impossível falar de artigos que se mantenham anos e anos na ribalta. Quando isto acontece, não temos dúvidas de que são peças intemporais, que combinam sempre com as tendências vigentes da época.

Atualmente, uma das joias mais cobiçadas é a pulseira Love da marca Cartier. Criada em 1969, a peça foi desenhado por Aldo Cipullo que se inspirou no amor entre duas pessoas e nos cintos de castidade. A ideia por detrás do acessório era a fidelidade, e por isso mesmo a joia vem com dois parafusos que só podem ser desapertados por uma chave de fendas que vem com a pulseira.

O processo de pôr e tirar pode ser complicado para algumas pessoas, por isso a marca fez questão de colocar um vídeo no YouTube a explicar como é que se faz.

Por este dias, a pulseira é um símbolo de riqueza e de posição dentro do mundo da moda e das celebridades — são raras as pessoas que trabalham nestas áreas que não têm uma ou duas pulseiras deste género.

Também a família Kardashian é fã da peça (nem nós pensaríamos noutra coisa): reza a história que Kylie Jenner não tirava as suas pulseiras dos braços há anos. Podia ser por gostar imenso delas, mas não, era só mesmo porque não encontrava as chaves de fendas.

Angelina Jolie, Jennifer Aniston ou Nikcy Hilton são algumas das celebridades que já foram avistadas com alguma destas pulseiras. Atualmente são as influenciadoras que alavancam o sucesso da joia, usando-a em diversas ocasiões e tornando-a numa peça de desejo pelo mundo inteiro.

No site da marca, pode encontrar várias pulseiras por vários preços. A pulseira Love clássica custa 5.520€, sendo que a versão mais fina fica por 3.549€. Um valor só acessível a alguns, portanto.

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