Casados à Primeira Vista” estreou este domingo, 21 de outubro, na SIC, e nas palavras do concorrente Dave, tem tudo para correr bem — o que é que pode correr mal quando é a ciência a casar pessoas, não é verdade? Bem, pode não ser assim tão simples. “Casados à Primeira Vista” é um formato importado (nasceu na Dinamarca em 2014) e, em exibição em 13 países, já assistiu a quase tudo lá fora — e contam-se pelos dedos as histórias de sucesso.

79%. 85%. 99%. Não interessa quão elevada é a taxa de compatibilidade de um casal, ao final do dia é tudo uma questão de química, atração e um bocadinho de sorte.

“Casados à Primeira Vista”. Já se conhecem três casais — e há problemas à vista

Por mais que as personalidades sejam idênticas ou compatíveis, os problemas podem surgir — não é por estarem num reality show (ou experiência social, como a SIC prefere chamar-lhe) que não podem existir traições, trocas de casais ou um forte de almofadas para manter a distância.

Histórias de infidelidade, sexting, um “ó merda” que escapa quando um dos participantes vê a mulher pela primeira vez ou um marido que vai para o Tinder dias depois da noite de núpcias — que pelos vistos nunca chegou a ser consumada. “Married at First Sight” está cheio de histórias mirabolantes, em particular nas versões britânica e australiana, as mais bem-sucedidas. Mostramos-lhe as 7 maiores polémicas.

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