Considerado o primeiro estúdio de Reformer Pilates Dinâmico a chegar a Portugal, o Prescription abre agora no Parque das Nações com um conceito inovador e muitos sonhos. Saiba tudo – e também como correu a nossa experiência.
Já abriu o novo Prescription, que promete transformar as sessões de pilates em pura diversão — e músculos bem exercitados. É no Parque das Nações, mesmo na Avenida D. João II, que o quarto estúdio desta marca abre portas a partir desta quarta-feira, 12 de novembro, e que recebe todos aqueles que queiram experimentar este tipo de desporto. Dos principiantes aos mais avançados, existem aulas para todos os gostos, e nada melhor do que aproveitar este final do ano para começar a praticar algo novo e continuar em 2026.
Considerado o primeiro estúdio de Reformer Pilates Dinâmico a chegar a Portugal, o Prescription conta com um conceito inovador que procura proporcionar uma experiência de bem-estar verdadeiramente transformadora a todos os seus alunos, com equipamentos com diferentes intensidades e instrutores exclusivamente treinados pela Prescription Academy. Isto tudo misturado com uma “programação sintonizada com a energia do Parque das Nações”, que Vanessa Motte, a fundadora do Prescription, garante ser diferente de tudo o resto.
“O Parque das Nações tem uma energia totalmente diferente do resto de Lisboa. É uma área super moderna, dinâmica e envolvida por muitos espaços de escritórios e de pessoas muito ativas. É um ótimo lugar para um Prescription pelo rio, pelos cafés, até mesmo pela forma como as pessoas se movem”, começou por dizer Vanessa Motte à MAGG. O objetivo aqui é contar então não só com as aulas habituais mas também com eventos especiais, nomeadamente aos fins de semana, com DJ’s e encontros.
Aqui, os alunos vão poder encontrar 10 reformers e aulas full-body exclusivas num espaço totalmente renovado, cheio de espelhos e equipamentos que vão ajudar a tornar os exercícios mais eficazes – e sim, também é possível adquirir meias próprias, roupa desportiva e até garrafas de água. Também existem dois espaços com cacifos, um para homens e outro para mulheres, e existem ainda dois chuveiros (também devidamente nomeados) que podem ser utilizados depois das aulas.
E o que é que o Prescription tem de diferente dos outros estúdios de pilates? Para Vanessa Motte, é nada mais nada menos que a energia, uma vez que tudo é pensado ao pormenor para tornar o ambiente mais eletrizante. “Aqui é onde a precisão encontra energia. Esse conceito nasceu com a ideia de que o movimento é vida, então nós pegámos na inteligência e na precisão dos pilates e misturámos com o ritmo, a energia e a emoção”, explicou a fundadora. “As nossas aulas são feitas para as músicas, por exemplo, e não ao contrário, onde existe música no fundo e uma playlist”.
“A música é realmente parte do nosso ADN, e o Prescription serve para as pessoas sentirem três coisas: relaxamento, foco e energia. Esses são os três elementos principais, e todo o espaço foi desenhado como um fluxo para isso mesmo, desde a luz, a arquitetura, o som. Tudo se movimenta em união”, continuou Vanessa Motte, que ainda acrescentou que todos os equipamentos têm um propósito, sendo que a grande máquina, o reformer, tem um design completamente único.
“O trampolim muda completamente a forma como nos movimentamos, permitindo uma intensidade maior e sem ter muito impacto nos joelhos. Aí percebes que estás a fazer um treino de cardio também, mas muito controlado e preciso. E quando metemos a sequência da música por cima disso, o ritmo toma conta do corpo inteiro”, rematou a fundadora. Desta forma, seja para quem quer começar uma rotina mais ativa ou para quem já é fã de pilates, este novo estúdio promete transformar cada aula num verdadeiro momento de energia e bem-estar.
Para experimentar, basta entrar no site oficial do Prescription e escolher a melhor opção de pacotes de aulas, que estão divididos em vários preços: dos 35€ (uma aula quando quiser no espaço de dois meses) aos 500€ (20 aulas quando quiser no espaço de seis meses), dos 90€ (quatro aulas por mês) aos 310€ (aulas ilimitadas por mês) e dos 70€ (uma aula privada individual) aos 90€ (uma aula privada para duas pessoas). Além do Parque das Nações, o estúdio também está presente em São Bento, no Saldanha e em Alcântara, sendo que vai abrir brevemente em Cascais e no Porto.
E, afinal, como correu a nossa experiência?

Precisamos de deixar já uma nota: nunca na vida, em momento algum desta vida (entendeu a referência?), tínhamos experimentado pilates. É daqueles desportos quebra-cabeça que nos faz olhar para as máquinas que mais parecem tortura e não querer lá meter os pés. No entanto, a convite do Prescription precisamente para ir conhecer o novo estúdio, lá metemos aquela roupa de treino que estava guardada na gaveta há demasiado tempo e fomos experimentar uma aula – que era mais avançada, mas a instrutora, Mariana, foi uma querida e facilitou-nos a vida.
Isto porque, reforçando, nunca tínhamos feito pilates, pelo que o mais seguro nestes casos é mesmo reservar o seu lugar numa aula para iniciantes (pode ver os horários aqui). Com um aquecimento demorado e bastante cuidadoso com todos os músculos, colocámo-nos em cima da famosa reformer e o primeiro pensamento foi logo “não faço ideia do que estou a fazer”. Contudo, este é um desporto, na verdade, bastante intuitivo, e basta seguir os passos da instrutora que tudo se torna muito mais fácil.
Ou seja, não vamos mentir e dizer que completámos a sessão toda, porque isso não aconteceu, mas soubemos entrar sem preconceitos e sair com vontade de experimentar uma aula novamente. Não é um bicho de sete cabeças, muito menos um desporto com uma máquina de tortura, e sim um momento onde não estamos, literalmente, a pensar em mais nada. Os músculos ardem, doem, contraem e gritam mesmo por ajuda, mas depois de sairmos e estar tudo feito, a sensação de dever cumprido surge (e a de alívio também, não vamos ser hipócritas).
Assim, podemos dizer que sobrevivemos ao nosso primeiro contacto com o Reformer Pilates – e que, na verdade, até gostámos bastante. Entre a música, o ritmo e a energia contagiante da sala, o Prescription conseguiu aquilo que parecia quase impossível: fazer-nos suar, rir, mandar algumas asneiras para o ar (mas só em pensamento, calma) e querer voltar. E se até nós gostámos, há mesmo esperança para toda a gente.
