Rede de prostituição desmontada. Mulher foi obrigada a trabalhar 3 semanas seguidas depois de cirurgia ao útero
Cátia Ramos, alegada cabecilha da rede, usaria as contas bancárias da mãe e de dois irmãos para receber o dinheiro da atividade. Apesar dos lucros milionários, declarou ao Estado rendimentos mensais pouco superiores a mil euros.