Esta adaptação de “O Pai Tirano” é uma “carta de amor” ao original (e estreia-se já este mês)
Prepare-se para voltar a Lisboa de 1941. Desta vez sem “Vascos Santanas e Ribeirinhos”, mas com uma Tatão feminista, um Ciriloff vidente e (vários) copinhos de vinho. O elenco é de luxo e já nos rendemos a esta nova grupeta da capital.