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Já é conhecida a sentença de Nuno da Silva. Ex-concorrente do “Love On Top” tentou matar um dos filhos

O ex-concorrente foi acusado em 2025 de tentativa de homicídio, depois de ter drogado um dos filhos e regado a criança com gasolina em 2024. Agora, já se sabe quanto tempo irá passar na prisão.

Quase um ano depois de ter sido formalmente acusado pelo Ministério Público de tentativa de homicídio qualificado, violência doméstica e resistência e coação sobre militares da GNR, Nuno da Silva, antigo concorrente do programa “Love On Top”, já foi sentenciado. A notícia foi avançada pelo “Jornal de Notícias”, citado pelo “Público“, que explicou que o tribunal deu como provado que o fotógrafo drogou o filho de 5 anos com comprimidos e o tentou matar, tudo enquanto tinha o outro filho em casa e a mãe dos meninos ausente.

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Nuno da Silva foi então condenado a 12 anos e meio de prisão, sendo ainda sentenciado a pagar 35 mil euros ao filho que tentou matar e cinco mil ao outro filho. Foi acusado da tentativa de homicídio e de violência doméstica, mas não se conseguiu provar a resistência e coação sobre os militares, e pouco tempo mais tarde, Cynthia Noriega, a mãe das duas crianças e também ex-concorrente do “Love On Top” (que foi onde se conheceram), reagiu à situação. “A justiça resistiu e a justiça confirmou”, escreveu.

O fotógrafo de 32 anos encontrava-se em prisão preventiva desde 16 de outubro de 2024, dois dias depois de o crime ter acontecido. Nuno da Silva aproveitou a saída da mulher para ir trabalhar e drogou o filho de 5 anos com éter (usado na medicina como anestésico), fazendo-o perder a consciência, e regou-o com gasolina. A intenção seria acender um isqueiro, mas não chegou a fazê-lo, segundo o “JN”. “Graças a Deus que não acendeu o isqueiro”, disse a juíza Maria Isabel Gomes na recente leitura da sentença.

Depois do crime, Nuno da Silva levou o segundo filho para casa dos seus pais e, quando lhe perguntaram pelo outro menino, disse que o matou, fugindo aos gritos. Durante a fuga, o ex-concorrente ligou à mulher a contar o que tinha feito, e Nuno da Silva terá também ligado à GNR, dizendo o que fez e onde estava. Soube-se ainda mais tarde que o fotógrafo tinha sido internado na cadeia do Hospital de Caxias, devido a um possível diagnóstico de esquizofrenia, mas no acórdão foi considerado que “o arguido sabia bem o que fazia”.

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