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A mão de Kate Middleton tem um detalhe invulgar. Saiba qual e o que significa

Enquanto embarcava num barco salva-vidas em Londres, Kate Middleton acenou calorosamente para a multidão que a aplaudia. E houve um detalhe que saltou à vista.

No início deste mês de março, ao embarcar num barco salva-vidas no Tamisa, em Londres, a princesa Kate acenou aos fãs que lá se encontravam, e que reparam num pequeno detalhe: o dedo mindinho tem praticamente o mesmo comprimento que o dedo indicador e anelar.

De acordo com o especialista em quiromancia (arte de ler as mãos para tentar prever o futuro), Johnny Fincham, consultado pelo “Daily Mail”, a mão de Kate não é apenas um traço genético, é um mapa de personalidade e, possivelmente, do seu futuro fora do Reino Unido.

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Para Johnny Fincham, autor de “Palmistry: From Apprentice”, o facto de o dedo médio de Kate Middleto não ser visualmente mais longo indica uma “enorme simpatia pelos oprimidos”. Para os quiromantes, a forma da palma da mão diz muito sobre a pessoa, existindo quatro tipos básicos, um para cada elemento: fogo, água, terra e ar.

Kate Middleton tem, portanto, uma “mão de ar” (palma quadrada, dedos longos e ossudos), o que sugere alguém inteligente, mas que valoriza a liberdade acima de tudo.

O dedo mindinho é mais comprido do que o normal, um sinal de curiosidade pelo mundo e de capacidade para envolver e influenciar os outros. “Essas pessoas costumam ser boas com dinheiro e a usar bem as palavras”, afirma o especialista, que vai ainda mais longe e afirma que à medida que envelhece, Kate Middleton poderá sentir-se “asfixiada” pelas restrições reais.

“Muitas pessoas com este tipo de mãe acabam por viver num país diferente daquele onde nasceram”, afirma ao “Daily Mail”.

Se as mãos de Kate Middleton revelam sensibilidade, as do ex-príncipe André contam uma história mais sombria. Ao analisar a palma irmão do rei Carlos III, Fincham descreve uma “mão de terra” com os dedos curtos e grossos. O especialista aponta tendências para um “vício no prazer” e uma natureza sensual no que toca à linha da vida, e a forma como outras linhas se afastam mostra alguém que evita protocolos familiares e faz as suas próprias regras.

Além do príncipe André, Johnny Fincham analisou igualmente as palmas das filhas, afirmando que as mãos de Beatrice e Eugenie não podiam ser mais diferentes. A mão de Beatrice descreva-a como alguém que precisa de proteção e que sente profundamente a negatividade e a impopularidade. Com um dedo indicador bastante longo, Eugenie é descrita como tendo um instinto controlador e protetor, sendo a “rocha” que guarda a mãe e a irmã nos momentos de crise.

Até o príncipe Filipe foi analisado pelo especialista, que recorda que os dedos do marido da rainha Isabel II eram largos na base e afunilados nas pontas, o sinal clássico de alguém que “quer o melhor de tudo”, quer seja o vinho à refeição, passando pela exigência de ter sempre “parceiros bonitos” ao seu lado.

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