O Festival Iminente já teve edições em Londres, Xangai ou Rio de Janeiro e, em Portugal, começou em Oeiras. Desde o ano passado que se instala em Monsanto, fazendo deste festival, independentemente do cartaz, aquele que tem melhor vista sobre Lisboa.

Reúne o talento criativo multicultural que “floresce em Lisboa e se espalha pelo mundo”, como explicam em comunicado, e este ano tem a curadoria de Vhils e da plataforma Underdogs.

De 19 a 22 de setembro, o programa conta com performances, graffitis, debates e concertos, com o rapper Common a fazer esgotar o dia 20. Mas a programação musical é vasta e conta com nomes como os cabo-verdianos Bulimundo e Mayra Andrade, a brasileira Linn da Quebrada, os portugueses Dealema, Pedro Mafama, Classe Crua (projeto que junta Sam the Kid e Beware Jack), Beatbombers (DJ Ride e Stereossauro), David Bruno, Deau, Fado Bicha, Filho da Mãe, Fred, Mynda Guevara, Kappa Jotta, Omiri, Scúru Fitchadu e Vado Más Ki Ás.

Entre fado, hip hop e rap, nada como fazer um aquecimento para o que se vai passar em palco com a playlist Iminente, criada no Spotify.

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Fora do palco por onde passam as bandas, há outros artistas a apreciar. É o caso dos brasileiros Sosek, Kaur, Coxas e Thiago Neves, e dos portugueses Aka Corleone, Maria Imaginário, Tamara Alves, Thunders Crew e Vhils.

O Panorâmico de Monsanto é giro, mas não tem o mais fácil dos acessos. Deixe o carro em casa, até porque as ruas vão estar cortadas, e siga as instruções da organização. Há shuttles gratuitos a sair de Sete Rios e do Pólo Universitário da Ajuda, e uma parceria com a Uber que permite que chegue o mais próximo possível do recinto e faça o resto do percurso de bicicleta elétrica, gratuitamente.

Os bilhetes diários custam 15€, mas dos dias 20 e 21 já estão esgotados. O recinto, que tem capacidade para cinco mil pessoas, está aberto das 15 às 2 da manhã e no domingo das 15 às 23 horas.