Como saber se poderia ser um bom psicólogo?

Foi a pergunta desta semana. A psicóloga Sara Ferreira explica o que dizem os estudos e conta-nos a sua experiência pessoal.

Manter a calma sob stresse é essencial

Os leitores perguntam, a psicóloga Sara Ferreira responde. É assim todas as semanas. Saúde, amor, sexo, carreira, filhos — seja qual for o tema, a nossa especialista sabe como ajudar. Para enviar as suas perguntas, procure-nos nos Stories do Instagram da MAGG.

Olá, leitor!

Ou antes, deverei dizer “futuro colega”?!… Uhuuu! Se assim for, que bom! Vibro de cada vez que as pessoas me dizem que aqui na MAGG, na rubrica “A Psicóloga Responde”, tenho despertado o interesse delas pela “minha” bem-amada (sim, confesso-me uma devota apaixonada) ciência psicológica.

A sua pergunta desta semana é muito interessante e pode ser respondida tanto para dar uma ideia do que seria o perfil de um psicólogo ou psicóloga, bem como também pode ser útil para ajudar quem deseja entrar ou aperfeiçoar-se nesta carreira.

Para isso, vou então começar por revelar-lhe aquilo que a investigação mostra a respeito das características essenciais que fazem “um bom psicólogo”, mas ainda mais. Vou partilhar consigo a minha opinião, fruto daquilo que tenho vindo a observar nestes anos todos de prática clínica (em relação a mim e em relação a outros colegas). Ou seja, quais os aspetos/qualidades/características de um psicólogo mais predizem os seus (excelentes) resultados terapêuticos?

Saiba desde já que a psicologia é uma fantástica viagem, uma jornada incrível, tanto profissional como pessoalmente (depois não diga que não o avisei). A psicologia é o tipo de profissão em que inevitavelmente não se consegue sair, como pessoa, da mesma forma como se entrou. Talvez outras profissões tenham essa característica, mas a psicologia, e em particular, a clínica, faz com que pense e reveja muitas das suas questões pessoais. De uma maneira ou de outra, a cada 50 minutos sai tocado por uma vida humana, por uma experiência e por uma reflexão de coisas que uma pessoa nunca havia parado para pensar (até porque há muitas coisas que nunca ninguém nos disse ou ensinou, mas cujos conhecimentos e consciência sobre isso valem uma vida).

O infinito do horizonte, a profundeza dos oceanos e o abismo do precipício: esta poderia ser a descrição de uma paisagem ou ambiente, mas não. São cenários que nos dizem muito sobre a mente humana, que é considerada um lugar sem restrições, mas que por vezes nos faz sentir morar num vórtice de fraquezas, de amor, de desalentos, mas de uma força e de um poder desconhecidos pela maioria. Só quem não dormiu na promiscuidade com os seus fantasmas e desconhece a beleza de uma dança cadenciada com a dor, poderá ficar indiferente a esta ciência (que, para mim, também é pura “arte”) chamada a psicologia e, nomeadamente, a sua aplicação prática, através da psicoterapia (para mim, pura “poesia”!!).

Mas antes de prosseguir, vejamos o que nos diz o Código de Ética e Deontologia no exercício da Psicologia (da Ordem dos Psicólogos Portugueses), que nos oferece pistas valiosas sobre as bases fundamentais em que todo o bom psicólogo deve assentar a sua atuação.

Segundo o Código de Ética e Deontologia dos Psicólogos, este profissional deve ser, em todos os momentos, respeitoso, competente, responsável, honesto, íntegro, sincero, prudente, beneficente e não-maleficente (aspetos que nos colocam, desde logo, em face das motivações corretas para o exercício profissão) e garantir a “solidez da fundamentação objetiva e científica das suas intervenções”.

Um psicólogo é um profissional devidamente habilitado e responsável por estudar e analisar as questões internas do indivíduo, que se refletem no seu comportamento. Mas afinal, o que faz um psicólogo? — perguntarão muitas pessoas.

Para todos aqueles que ainda acham que um psicológico só trabalha com doença mental ou com a identificação de traumas, medos e transtornos, que servem só para ajudar as pessoas infelizes, doentes ou frustradas, desenganem-se. Além de todas essas competências, um bom psicólogo faz muito mais que isso. O psicólogo promove a saúde e o bem-estar, o desenvolvimento humano, o progresso, o crescimento emocional, a potencialização e recursos e talentos. Pode focar-se no aperfeiçoamento de habilidades, na aquisição de novas competências com vista ao encontro de soluções para passos concretos no sentido de ajudar a resolver qualquer tipo de questão (pessoal, social, profissional). Sim, ajudamos as pessoas a superarem situações difíceis ou problemáticas, mas também acompanhamos pessoas que estão bem e apenas querem ficar melhor, dentro daquilo que são os seus objetivos mais quotidianos.

O que dizem os estudos sobre “um bom psicólogo”

Começando então por responder, mais especificamente, à sua questão sobre “como saber se poderia ser um bom psicólogo?”, o que os dados da investigação nos mostram (e isto está mais que estudado e validado) é que as características da empatia, do acolhimento, da atualização teórico-prática e técnica, da ética e (esta tem uma importância gigantesca) a capacidade de estabelecimento de uma boa relação terapêutica com as pessoas são cruciais para o êxito profissional de um profissional de saúde mental.

A empatia tem que ver com a aptidão de se colocar no lugar do outro na tentativa de compreender/perceber como ele se sente, se relaciona com o mundo e vivencia as suas experiências. Valorizar o outro na sua singularidade e sem adotar uma postura de julgamento. Isto quer dizer que, por exemplo, se uma pessoa for avessa à diversidade humana, em que só a mera ideia de haver um “outro” que não um referencial giratório à volta apenas de um “eu-próprio” (tudo isto basicamente para designar “pessoa propensa ao egoísmo” ou “egocêntrica”) estará fadada ao fracasso. E porquê? Porque ser um “bom psicólogo” significa estar livre de preconceitos, estereótipos, crenças e ideias pré-concebidas. Noutras palavras, estar aberto a novas ideias, ao diferente e ao desconhecido.

Agora, um à parte. Creio que para um psicólogo poder adquirir este nível de tolerância, é necessário que tenha previamente saído da sua zona de conforto. Sabe o que é? É aquela da mesmice, da repetição de crenças, visões e padrões automatizados, é aquela na qual nos sentimos protegidos e amparados pelo “conhecido” (mas que não significa automaticamente “melhor” ou “mais saudável”). Um psicólogo é todo aquele ser humano que é, por natureza, questionador, descobridor, indagador e, diria mesmo, confrontador, tendo a capacidade de assimilar tudo o que o rodeia numa ótica de apreensão um pouco mais profunda dos fenómenos que acontecem dentro e fora de nós, indo além do óbvio.

O acolhimento significa ter a atitude e a disposição afetiva de receber, considerar o outro e a expressão do seu sofrimento. Receber as suas angústias, ansiedades e a sua história de vida (sem ser reativo a elas), favorecendo um contexto de aceitação e compreensão.

É importante, por isso, o paciente sentir que estamos na mesma “equipa” que ele, ou seja, que estamos na mesma batalha que aquela pessoa (até porque estamos!). Não fazemos “por” ela, mas seguramente fazemos “com” ela essa jornada. Mas, por vezes, por motivos culturais ou de setor, ou nada disto e apenas porque sim, alguns psicólogos, pelo menos há algum tempo, assumiam uma postura de maior arrogância e displicência em relação aos seus pacientes. Distanciamento profissional é bom, neutralidade técnica melhor ainda, mas não temos de criar um clima de frieza polar no consultório. Até porque a intervenção só funciona quando as pessoas sentem que estamos conectadas com elas (chama-se a isto “relação terapêutica”) e em algum grau temos, sim, de gostar da pessoa que estamos a acompanhar. É isso que valida e dá sentido à aliança de trabalho conjunto que se está a desenvolver.

O conhecimento teórico e domínio das técnicas é obviamente indispensável, assim como uma permanente atualização científica dentro das áreas em que o psicólogo intervém. Neste ponto, defendo que é importante um profissional entrar em contacto com diferentes abordagens e as diversas técnicas para identificar afinidades e poder eleger focos de estudo mais direcionados. Então, é claro que a apropriação da abordagem teórica e o domínio do manejo da técnica são fundamentais para a sustentação de uma boa prática profissional, no entanto, Carl Jung (um psicólogo muito famoso do séc. XX, ainda hoje incontornável, e fonte de inúmeras ‘memes’ nas redes sociais) disse algo que eu acho simplesmente extraordinário: “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”

Assim, a minha dica para si quando quiser saber (e sentir) “se poderia ser um bom psicólogo” é imaginativamente pôr-se no lugar do seu (futuro) paciente. Será que ele se sentiria seguro consigo? Futuro paciente deste leitor, por favor, diga-nos aqui: confia nesta pessoa? Sente que ela o compreende? Sente que ela o poderá ajudar? E porque não até, sente que ela gosta de si?…

A pesquisa mostra-nos que este é um fator importante no sucesso de uma aliança terapêutica e dos objetivos terapêuticos que este processo possa ter. É uma peça importante, sim, o sentir que o paciente se adapta bem ao terapeuta e o terapeuta ao paciente. Não se trata apenas de ‘expertise’ ou de experiência do psicólogo. Não é só isso que conta, mas também o sentir: “Sinto-me seguro ao ir ao encontro desta pessoa e abrir-me às minhas preocupações mais profundas, todas as semanas?”.

Percebe assim que a capacidade de estabelecimento de uma boa relação terapêutica é essencial para ser um bom psicólogo. Possuir a capacidade de se relacionar, de comunicar de estabelecer uma conexão saudável com o outro. Sem essas qualidades não se cria uma relação terapêutica proveitosa (bem pelo contrário…).

Nós, psicólogos, devemos ser capazes de tolerar frustrações, por vezes, algum tipo de seduções, manipulações, cultivar a paciência, suportar agressões (calma, essas não), aguardar o tempo do outro, suspender os seus próprios desejos, conseguir lidar com os erros e acertos, não utilizar o paciente como fonte de gratificações, saber colocar-se em segundo plano. Enfim, compreender que o bem-estar do paciente e a sua capacidade de autonomia e livre arbítrio são a prioridade.

A inflexibilidade, portanto, é um sinal de um mau profissional. Os bons profissionais são flexíveis porque estão sempre em relação com o outro, seja no consultório ou na escola, no hospital ou numa empresa. Agir sempre do mesmo modo e esperar que o outro faça o que se faria é anti-ético e dá conta de um perfil destinado ao fracasso nesta profissão. A questão ética está sempre em primeiro lugar. Mesmo porque é ela o que garante que o psicólogo possa continuar a exercer a sua profissão regularmente (recomendo-lhe que pesquise pelo Código de Ética e Deontologia dos Psicólogos, documento disponível na internet).

As qualidades de um bom psicólogo

Como referi no começo deste texto, para além destas qualidades ou características mais “típicas” de todo o bom psicólogo (e são consideradas assim unanimemente), a meu ver existem ainda algumas qualidades pouco faladas, mas que mostram se você tem o perfil para ser psicólogo. E são elas:

1. (Pasme-se!) Gostar de matemática. É provável que você tenha levado um susto agora mesmo… Acertei? Sabe, a verdade é que muitas pessoas escolhem fazer o curso de psicologia para fugir justamente de disciplinas com números, fórmulas e continhas para calcular. Eu mesma nunca fui muito dada aos números até ao momento em que enveredei pela faculdade de Psicologia adentro, onde percebi que não iria ter outra hipótese se não fazer as pazes com a matemática. E porquê? Eu digo-lhe: a estatística é cada vez mais uma parte essencial da psicologia. De onde acha que, nós psicólogos, tiramos as nossas “conclusões” sobre a mente humana? Isso mesmo! Através da análise de dados. E não é analisar um caso de uma pessoa ou outra; o nosso trabalho passa também por examinar gigabytes de dados de milhares de pessoas. Então, se começar a fazer psicologia já a gostar de lidar com tabelas e números, dir-lhe-ia que está em vantagem.

2. Ser comunicativo e gostar de ensinar. Poucas pessoas pensam sobre isso, mas uma qualidade essencial do trabalho de um psicólogo e, em especial, de um terapeuta, é a de falar e transmitir conhecimento. Saber escutar também é fundamental, mas boa parte de uma sessão passa por ensinar aos pacientes um mínimo de psicologia para que ele entenda mais sobre o próprio problema e isso exige saber comunicar-se.

3. Ter gosto pela leitura. A paixão pelos livros facilita em muito o caminho. O estudo da mente, das emoções e do comportamento humanos é infindável. Depois de formado, essa paixão irá permitir-lhe atualizar-se, crescer e especializar-se. Ler, ler e ler. Porque ao lermos, lemos o mundo, lemos os outros, lemo-nos a nós. Abrimos a mente e os horizontes e isso também influencia beneficamente outras habilidades, como a capacidade de concentração, comunicação oral e escrita, além de contribuir deliciosamente para o apurar da sua criatividade.

4. Manter a calma sob stresse. Há muitas pessoas que decidem estudar psicologia para se auto-conhecerem e, muitas vezes até, para enfrentarem o seu próprio problema psicológico… e, bom, apesar de que, sim, elas podem aprender mais sobre o comportamento humano, elas vão também entrar em contacto com muito, muito, muito, muito (muito mesmo) sofrimento. Dependendo da área da psicologia que uma pessoa escolha, ela vai ouvir histórias de traumas, suicídios, auto-mutilação, manipulação, lutos patológicos, doenças complicadas, violência, crimes, abusos, e tanto, tanto mais, todos os dias. Logo, se for uma pessoa frágil emocionalmente, vai ser muito difícil encontrar o equilíbrio entre ter empatia com a dor das pessoas e… sofrer com a dor das pessoas. Algumas cadeiras do curso, nomeadamente de cariz mais prático do ponto de vista do próprio desenvolvimento pessoal, podem fazer despertar sofrimentos pessoais que, se não tivermos uma estrutura psicológica e emocional minimamente saudável, correm o risco de nos fazer, de alguma forma, colapsar.

Temos de saber conviver com todo o tipo de emoções. A maior parte das pessoas assumem para elas mesmas certas emoções (como a raiva, a tristeza, a angústia) como “tabu”. Então, conseguir entender o que sente uma pessoa que naquele momento se debate com algum tipo de problemática, dar-lhe explicações coerentes, ensinar estratégias/técnicas que façam sentido, que conduzam a um alívio progressivo dos sintomas e ter a capacidade de definir, com objetividade, um plano consistente de tratamento pode ser a melhor ajuda que lhe poderíamos oferecer. Desde que uma coisa! Desde que… você esteja preparado para isso.

5. Considero ainda a curiosidade como uma qualidade importantíssima para um bom desempenho profissional enquanto psicólogo. Curiosidade pelo enigma, pelo mistério, pelo lado mais encoberto das coisas (e das pessoas), gostar de ver o que existe para lá do véu das aparências. Na psicologia, a curiosidade sobre o comportamento humano — com todas as suas contradições, complexidades e particularidades — tem sido responsável pelos avanços na prevenção e tratamento de muitos problemas pessoais, sociais, educacionais, familiares, organizacionais, etc.. É essa característica de curiosidade que nos leva a gostar de aprender sempre (e encarar cada caso como único, como de facto é!). Sim, uma curiosidade sem fim! Para continuarmos a estudar teorias, novidades, pesquisas, ler livros e artigos científicos, ver filmes e documentários, enfim, possuir uma curiosidade infindável pelo conhecimento específico da carreira é uma condição sine qua non para ter excelência. Não só na psicologia, mas em qualquer área ou profissão. Ser curioso é também gostar de avaliar com regularidade os resultados dos progressos terapêuticos feitos com os pacientes.

Há outra questão que talvez o leitor já imaginasse que viesse por aí. E ela tem que ver com o saber estabelecer limites saudáveis. Resume-se, basicamente, ao psicólogo saber o que “é seu” e o que não é, e não contaminar a sessão com material ou “bullshit” sua (e que nada tem que ver com aquilo que poderá ser válido para o paciente). Um psicólogo mais conservador nas suas visões de mundo pessoais ou mais propenso ao julgamento ou ao preconceito deverá saber separar o “trigo” do “joio” e, em última análise, aproveitar o caso como um desafio a ser superado e (porque não?) a expandir os seus horizontes.

Além do mais, e pela forma como eu trabalho, considero que por mais conhecimento ou experiência que se tenha acumulado, o ato de ouvir deverá sempre preceder o ato de falar (desconfio que é por isso que temos dois ouvidos e apenas uma boca…). Seja na área clínica, em recursos humanos, na universidade ou onde quer que o profissional trabalhe, ele só será capaz de fazer uma boa avaliação situacional, avaliação psicológica ou mesmo ensinar algo a alguém se, antes de classificar, avaliar uma situação, repassar regras ou executar protocolos, for capaz de ouvir e, a partir disso, compreender o verdadeiro contexto em que está inserido. Quem chega com teorias e diagnósticos pré-concebidos fica cego para o novo, e, ao invés de entender a realidade, passa o seu tempo a classificar algo ou alguém segundo conceitos fixos e pouco flexíveis.

Sim, acredito mesmo que as pessoas não se definem pelo problema pelo qual estão a passar (até porque, num dado momento, podem “ter” o problema, mas não significa necessariamente que elas “são” o problema”, tal como qualquer pessoa, por exemplo, que pode “estar” com uma constipação, mas não equivale dizer que ela “é” a constipação, verdade?). Assim, eu encaro os diagnósticos sempre como pontos de partida e nunca como pontos de chegada. Eles servem, sim, e muito, para nos orientar, para nos dar informações, pistas, caminhos, mas para quê, no fim de tudo? Para mudar, para sabermos como ajudar a transformar uma determinada situação. Então, nunca defina o ser humano com quem trabalha através de um código de classificação de doenças. Isso desumaniza a pessoa atendida, classifica-a num conjunto de sintomas previstos e afeta significativamente a possibilidade dos vínculos necessários para uma boa atividade profissional. Em resumo, e como costumo dizer, os “rótulos” são para as garrafas e não para as pessoas (fiz até um vídeo sobre isso, que pode ver de seguida).

Trabalhar com o que realmente se gosta e se acredita, além de ser um ato de amor, é um ato de coragem. A humanidade passa por um momento cada vez mais voltado para a desumanização das relações. O resultado disso é facilmente visível pela presença de números nunca antes registados de perturbações mentais e de consumos de medicamentos psicofarmacológicos.

Um psicólogo é um agente de transformação! E a psicologia é uma ciência gigante. Cheia de áreas e sub-áreas, ramificações e outras bifurcações, e se não tiver todas estas qualidades descritas acima, isso não impede que possa ser um bom profissional em algumas dessas áreas. Agora, não tenho dúvidas de que as características ou qualidades que hoje lhe enumerei poderão dar-lhe uns pontinhos extra na hora de optar por psicologia ou decidir experimentar outro curso superior.

Estas foram apenas algumas dicas ou orientações (a meu ver, muito importantes) em relação à sua pergunta sobre “como saber se poderia ser um bom psicólogo?”. Espero ter ajudado e (nunca se sabe) espero tê-lo inspirado. 🙂

Sei que por certo haverá mais aspetos, mas seria impossível nomeá-los a todos e falar sobre tudo aqui. Por isso, quem achar que me esqueci de referir algum, diga-o nos comentários, combinado?

Até para a semana!

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