José Mourinho tem novo emprego na Rússia — e não é como treinador

Treinador português está sem clube desde que foi demitido em dezembro do Manchester United. Agora tem um novo trabalho — mas na televisão.

Chamado "On Touchline with José Mourinho", o programa quinzenal começa a 7 de março

José Mourinho está sem clube desde dezembro do ano passado — o português de 56 anos foi demitido do comando técnico do Manchester United devido aos maus resultados da equipa. Agora está de regresso ao ativo, mas não é como treinador. José Mourinho vai trabalhar na Rússia como apresentador de um programa de futebol no canal Russian Today (RT), que vai fazer a cobertura da Liga dos Campeões. 

O novo trabalho assinala o regresso de Mourinho à televisão russa. O treinador já tinha colaborado com este canal, sediado em Moscovo, durante o último Campeonato do Mundo.

“Depois de terminar a etapa anterior da minha carreira, toda a gente tentou adivinhar o que ia fazer a seguir. Falaram de vários clubes. Por um lado seria lógico continuar em campo, onde tudo é familiar. Por outro lado, queria um novo desafio e outra perspetiva“, admitiu José Mourinho no vídeo promocional do canal RT.

“Estou habituado a surpreender as pessoas e pensei: porque não tentar? Vou falar sobre futebol no RT. O que achavam que eu ia fazer?”, rematou.

Chamado “On the Touchline with José Mourinho”, o programa quinzenal terá início a 7 de março, sendo que o canal de notícias RT transmite a sua cobertura em árabe, inglês e espanhol.

O treinador português não resistiu aos maus resultados no comando do clube de Old Trafford, onde passou as últimas duas temporadas e meia. No banco do Manchester United, conquistou uma Supertaça e a Liga Europa.

Segundo o “The Guardian”, o programa de abertura vai ser transmitido após a conclusão do primeiro set dos 16 jogos da segunda mão da Liga dos Campeões, e Mourinho continuará com o RT até a final de 1 de junho.

Mourinho trabalhou como comentador na emissora de televisão beIN Sports, do Qatar, no mês passado, quando rejeitou as críticas ao seu recorde de dois anos e meio como técnico do United, dizendo que as pessoas não sabiam o que acontecia “nos bastidores”.

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