Os 6 filmes que todas as grávidas têm mesmo de ver

9 de setembro comemora-se o Dia da Grávida, renda-se a seis longas-metragens dedicadas a este estado de graça.

"O Bebé de Bridget Jones" acompanha a primeira gravidez da personagem mais carismática de Renée Zellweger

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Os nove meses que se antecedem ao nascimento de um filho são recheados de ansiedade, medos, dúvidas e, principalmente, de muitas lágrimas — até porque as hormonas são umas sacanas para as mulheres e deixam-nos à beira de um ataque de nervos. Por isso, é sempre uma ótima ideia parar, sendo que não há dia como o domingo para se sentar em frente à televisão com um balde de pipocas e preparar-se para uma boa sessão de cinema. No fim de semana em que se celebra o Dia Nacional da Natalidade (vulgo, Dia da Grávida), relaxe, descontraia, coloque os pés (seguramente inchados) numa confortável almofada e renda-se aos seguintes seis filmes, todos com o tema da gravidez como ponto de partida.

“Três Homens E Um Bebé” (1987)

Há 30 anos, Tom Selleck e Ted Danson eram dois dos atores mais requisitados de Hollywood, o que contribuiu bastante para o sucesso desta comédia romântica. Na companhia de Steve Guttenberg, protagonizam este clássico incontornável da década de 80, que se foca num grupo de três amigos solteiros a aproveitar a vida em Nova Iorque. Porém, têm de deixar a vida louca de festas e mulheres para trás quando lhes surge um bebé à porta — literalmente.

Depois do choque inicial, os três amigos acabam por se afeiçoar à criança, apenas para serem confrontados com o regresso da mãe desta. Com humor e amor, este é um filme capaz de a levar as lágrimas, principalmente quando existem hormonas de gravidez envolvidas.

“Olha Quem Fala” (1989)

É completamente impossível falar de comédias românticas dos anos 80 sem referir “Olha Quem Fala” — afinal, como resistir a um bebé querido e fofinho, com um grande sentido de humor e a voz de Bruce Willis? O filme, que conta com Kirstie Alley e John Travolta (para além de Willis), assenta na mais básica das premissas: depois de anos a tentar que o namorado deixasse a mulher, Mollie (a personagem de Kirstie Alley) descobre que está grávida, deixa o amante e foca-se em arranjar um pai decente para o seu filho. Apesar da busca que assistimos ao longo do filme, a verdade é que o príncipe encantado é encontrado logo ao inicio, quando a contabilista entra num táxi e conhece o motorista James, interpretado por John Travolta.

Esta podia ser apenas outra comédia romântica não fosse o filme mostrar o ponto de vista de alguém muito especial: o filho de Mollie, Mickey, cujos pensamentos ouvimos narrados com a voz de Bruce Willis, que dá ao bebé uma personalidade sarcástica e hilariante.

“O Pai da Noiva II” (1995)

Em 1991, assistimos ao esforço de George Banks (Steve Martin) para que a filha tivesse o casamento perfeito. Quatro anos depois, chega a segunda parte desta comédia, desta feita a acompanhar a família Banks enquanto se prepara para receber o primeiro neto — e não só.

Depois de uma pequena crise de meia-idade de George, que potenciou uma noite de amor inesperada, Nina (Diane Keaton) descobre que está grávida pela terceira vez, ao mesmo tempo que a sua filha mais velha. E quando se preparava para ser avô, George vê a sua vida dar uma volta de 180º com a chegada de um filho depois dos 50 anos.

“Nove Meses” (1995)

A meio da década de 90, Hugh Grant e Julianne Moore protagonizam esta comédia sobre o pânico de um futuro pai quando confrontado com a gravidez da namorada. Simon, a personagem de Hugh Grant, tem pavor a compromissos e está feliz com a relação descontraída que mantém com Rebecca (Julianne Moore) — mas tudo muda quando esta descobre estar grávida e Simon é obrigado a perceber se o casal tem ou não futuro. Com muitos percalços à mistura, o filme acompanha a jornada de nove meses que transformam o protagonista, que começa como um namorado pouco atento, e se transforma num pai dedicado.

“O Que Se Espera Enquanto Se Está à Espera” (2012)

Num filme recheado de estrelas, de Jennifer Lopez a Cameron Diaz e até ao brasileiro Rodrigo Santoro, esta produção norte-americana foca-se na jornada de vários casais e mães, todos ansiosos pela chegada dos futuros filhos. De gravidezes acidentais a processos de adoção, a comédia mostra o que acontece nos meses anteriores ao nascimento de um bebé e tudo o que este processo muda na nossas vidas, bem como as diferentes situações caricatas próprias de uma gestação.

“O Bebé de Bridget Jones” (2016)

15 anos depois de termos conhecido Bridget Jones, a personagem mais carismática de Renée Zellweger (que lhe valeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Atriz na cerimónia de 2001) regressou e, desta vez, não veio sozinha. No último filme da trilogia, Bridget está novamente solteira e numa situação bastante peculiar — está grávida e não sabe quem é o pai do futuro filho. Pode ser Jack, o charmoso norte-americano interpretado por Patrick Dempsey, ou Mark Darcy (Colin Firth), a sua paixão de longa data.

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