Miss América. A evolução dos fatos de banho que agora foram banidos do concurso

Diga adeus ao concurso de fato de banho e olá ao "Miss América 2.0". Mas antes, fique a conhecer como tudo começou.

Gretchen Carlson, presidente do conselho de administração da Miss América, anunciou esta semana que a competição vai abolir a prova em fato de banho

Donald Kravitz

Miss América 2.0? Fatos de banho banidos? Afinal, o que se passa com o famoso concurso de beleza que dá que falar nos Estados Unidos da América? Nós explicamos.

Gretchen Carlson, presidente do conselho de administração da Miss América, anunciou esta semana que a competição vai abolir a prova em fato de banho. O programa, que costuma ser transmitido todos os anos em setembro na ABC, tenciona que cada concorrente tenha “uma interação ao vivo com os júris, onde o foco estará nas conquistas e objetivos de vida, e como estas querem usar o seu talento, paixão e ambição no papel de Miss América”, afirma a organização do concurso à revista “Variety”. A decisão gerou alguma controvérsia, resultando na demissão da administração após uma petição assinada pelos mesmos que declararam um “voto de não confiança” à administração liderada por Carlson — também Miss América em 1989 e ativista do movimento feminista #MeToo.

Por outro lado, segundo o New York Times, 30 ex-Miss América dizem apoiar a 100% a mudança, afirmando que a administração está “a trabalhar arduamente para seguir com o programa”. Gretchen Carlson garante ainda à “Variety” que já não são um “concurso de beleza” e que a Miss América “vai representar uma nova geração de líderes femininas focadas no conhecimento, impacto social e talento.”

Desde que o concurso Miss América surgiu pela primeira vez em 1921 nos EUA que o desfile das candidatas em fato de banho era um momento alto. Mesmo quando mais pareciam um vestido, como se vê na primeira destas fotografias.

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