Pérez-Reverte e um discurso para mostrar aos mais novos
Se não somos melhores pessoas por lermos, o ato da leitura dá-nos com toda a certeza a liberdade para construirmos novas e diferentes perspectivas.
Se não somos melhores pessoas por lermos, o ato da leitura dá-nos com toda a certeza a liberdade para construirmos novas e diferentes perspectivas.
A magia das relações humanas, acredito eu, vem através das boas práticas e dos valores certos, do altruísmo e da empatia.
Leia a opinião de Carmen Ferreira, enfermeira especialista em Saúde materna e Obstétrica e consultora Internacional de Lactação.
O amor é uma trabalhareira. Mas hoje, quem é que está para isso?
Em quase todos os casais desta edição há pelo menos um que não se percebe muito bem o que está ali a fazer.
O programa de Joana Marques é o podcast mais ouvido em Portugal. E o humor não tinha limites. Até os visados serem humoristas.
Vem aí uma luta na lama que vai durar até às eleições. No final, perdem os dois. E perde o País.
O que se assistiu na Casa Branca foi uma vitória do despotismo e autoritarismo sobre os valores democráticos e humanitários que orgulham os ocidentais.
Quando a vida nos dá um murro nas trombas, é hora de meter o moralismo na gaveta. E a ideologia também. Leia a opinião de Ricardo Martins Pereira
Uma semana depois de ter estado hospitalizado e em coma induzido, Ângelo Rodrigues concedeu uma “entrevista” a Salvador Martinha. Vimos 1h20m de conversa e fazemos-lhe o resumo possível.
Da política à televisão, passando pelo desporto, eis o que poderá acontecer nos próximos 12 meses.
Donald Trump é o 47º presidente dos Estados Unidos, regressando à Casa Branca depois de um interregno de quatro anos. E com uma vitória que tem tanto de imprevisível como de esmagadora.
A manifestação de apoio à polícia foi um fracasso. A manifestação de apoio a Odair foi um fracasso. Ganharam os moderados
Vivemos tempos de ditadura do politicamente correto. Do medo de ofender. Mas o preço por fugir das coisas é demasiado alto. E quem vai pagar a conta são os nossos filhos
Perante a tragédia da queda do helicóptero no Douro que provocou a morte a, pelo menos, quatro militares, Luís Montenegro tomou a decisão de não só se enfiar numa lancha como de captar o momento para a posteridade.
Croquete a croquete, enche o Rock in Rio o papo.
Corações ao alto, o nosso coração ruma para a Alemanha em breve. Depois de anos sem pôr os pés num estádio para ver a equipa das quinas, lá calhou sentar-me nas bancadas do Jamor.
Umas palavras para Francisco Monteiro (e para todos os gordos, mesmo os que, como o Francisco, não são gordos).
A celebridade do momento em Portugal é uma concorrente expulsa do “Big Brother” que passou dois meses a espalhar falta de educação, agressividade e comportamentos inaceitáveis para a maioria das pessoas. E nós, cá fora, batemos palmas.
Sem glória e sem ABBA, com censura, repressão, ameaças, numa farsa podre, mascarada pelo lema “unidos pela música”. A 68.ª edição do Festival Eurovisão da Canção ditou o fim do certame como o conhecemos.
As mais recentes declarações do presidente da República não podem ser encaradas como um devaneio desbocado. Elas são sinal de que algo não está bem com o mais alto magistrado da Nação.
Esta crónica tem algumas asneiras. É ler e lidar. Ou então não ler. É-me igual ao litro.
No jogo da educação, as famílias procuram cada vez mais cartas na manga que lhes permitam um trunfo valioso: a personalização e flexibilidade do ensino para os seus filhos.