Controlar os miúdos com apps é mau. E agora há um estudo que comprova isso mesmo
Usar aplicações para vigiar o seu filho pode destruir a relação que tem com ele. Pelo menos foi o que concluiu um grupo de investigadores.
Usar aplicações para vigiar o seu filho pode destruir a relação que tem com ele. Pelo menos foi o que concluiu um grupo de investigadores.
Sabe mesmo o que significam os emojis que usa ou andou enganado todos estes anos? A MAGG mostra-lhe alguns que não são o que parecem.
Fez campanhas para a Prada ou a Chanel, mas o aspecto artificial das fotos levanta dúvidas sobre se será um robô. Já lançou uma música.
Sabia que pode falar pelo chat com o motorista ou escolher previamente a rádio que irá ouvir quando entrar no automóvel? Mas há muito mais.
Tentei apagar o Facebook, que me respondeu que os meus amigos iam ter saudades minhas. É só um dos truques usados para não sairmos da rede.
Esteve 23 anos preso depois de ser o assassino às ordens do grande senhor da droga. Agora, com mais de 640 mil seguidores, quer ser senador.
Smartphone, tablet, TV. São ecrãs utilizados pelos pais para distrair os filhos. Mas esta atitude pode ser considerada negligência.
É o Tamagoshi de hoje. Mascotes virtuais são cruzadas com outras raras e os filhos valem milhões. Conheça o fenómeno das criptomoedas.
No meio digital, o anonimato promove mais e novas formas de assédio. A psicóloga Maria Cunha Louro alerta para a necessidade de prevenção.
É possível fazer o download de TUDO o que já fez na rede social. Ela guarda tudo. Até do que já não se lembra. E isso não é o pior.
Receber um vestido que não tem nada a ver com o que encomendou, uma camisola de cor diferente ou ténis falsos são só alguns exemplos.
Quer poupar, comer fora e manter a qualidade? A MAGG sugere três aplicações que vão tornar isso possível.
Se o amor acabou isso não quer dizer que a sua informação privada não tenha que continuar privada. A MAGG diz-lhe como.
Duas mãos juntas não significam um “high five”, uma beringela não é um pénis e um pêssego não representa um par de nádegas.
Um em cada quatro jovens está clinicamente dependente de jogos ou redes sociais. A psicóloga Ivone Patrão alerta para este problema grave.