Há rumores de que a duquesa de Sussex dá ordens ao príncipe Harry e que controla o que ele diz. O marido já reagiu à polémica. Saiba o que disse.
Há uma nova polémica sobre a família real britânica que está a dar que falar – e, como acontece de tempos a tempos, inclui Meghan Markle. Trata-se de rumores que dizem que a duquesa de Sussex é controladora a nível profissional, especialmente no que diz respeito ao marido, o príncipe Harry.
A polémica explodiu depois da publicação de uma reportagem da “Variety” em que era analisados projetos dos duques de Sussex em Hollywood. Segundo fontes anónimas, Meghan Markle costumava interromper ou reformular intervenções do marido durante reuniões, tanto presencialmente como virtualmente.
A reação por parte do casal não tardou. Michael J., advogado dos duques de Sussex, contestou a reportagem que diz ser “calculada para reforçar uma caracterização misógina” de Meghan Markle como alguém que dá ordens ao marido, segundo uma carta enviada à revista, citada pelo “Correio da Manhã”.
Apesar de o príncipe Harry não costumar tomar posições públicas sobre os rumores que circulam, desta vez não deixou a polémica passar ao lado. O próprio disse que se tratava de uma alegação “categoricamente falsa”.
A reportagem apontava ainda outras críticas à forma de trabalho da duquesa. Segundo a “Variety”, teria um comportamento pouco convencional, chegando a ausentar-se de reuniões online depois de se sentir desconfortável com alguns comentários – alegações que também foram rejeitadas pela equipa dos duques de Sussex.
Ainda assim, o advogado confirma que Meghan Markle ausentava-se por vezes durante chamadas profissionais, isto porque trabalhava a partir de casa enquanto cuidava dos dois filhos, o príncipe Archie e a princesa Lilibet, de 6 e 4 anos, respetivamente.
“Meghan frequentemente se depara, como muitos pais que trabalham em casa, com crianças que entram no ambiente inesperadamente durante uma reunião”, explicou o advogado do casal em comunicado, citado pelo “Correio da Manhã”. “Quase todos os profissionais podem confirmar que há momentos em que é necessário desligar o som ou a câmara”, acrescentou.
