O resort da Walt Disney em Orlando, nos Estados Unidos, é um dos locais mais procurados pelas famílias durante a época natalícia. E foi exatamente no mês de dezembro, um dos mais concorridos, que três funcionários do resort responsáveis por vestir as roupas de algumas das personagens mais conhecidas da Disney apresentaram queixas à administração do espaço depois de terem sido apalpados ou tocados de forma imprópria durante o trabalho.

A revista “Insider” escreve que uma mulher de 36 anos, responsável por dar vida ao rato Mickey no resort, teve de ir para o hospital depois de uma mulher alegadamente ter dado palmadas na cabeça do fato — o que levou a que a cabeça do rato Mickey caísse e lesionasse o pescoço da funcionária.

Segundo a mesma publicação, a funcionário da Disney não acredita que o ato tenha sido intencional. A família da mulher parece confirmar esta teoria já que, segundo revelaram ao jornal “The Orlando Sentinel”, as palmadas na cabeça do boneco terão sido para acalmar o neto de dois anos, como que a mostrar que não precisava de ter medo da personagem.

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No entanto, pelo menos dois outros funcionários alegam terem sido apalpados. Um deles, uma mulher de 36 anos que vestia a roupa de Minnie Mouse e que, segundo contou à administração do resort, terá sido apalpada por um homem de 61 anos durante uma sessão fotográfica em família.

Embora a funcionária tenha sido capaz de identificar o agressor nas fotografias, recusou apresentar queixa na polícia. No entanto, sabe-se agora que o mesmo homem terá estado envolvido em casos anteriores. No início de dezembro, o mesmo homem terá manifestado comportamento impróprio durante uma das interações com os funcionários e desde então que foi impedido de voltar a visitar o espaço.

Também uma mulher de 18 anos, responsável por dar vida ao pato Donald, diz ter sido apalpada por uma mulher de 60 anos depois de esta ter pedido um beijo à personagem. A atriz, dentro do fato, acedeu ao pedido e terá sido nesse momento que a mulher puxou os braços da funcionário e conseguiu pôr as mãos dentro do fato — apalpando-lhe o peito.

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Ainda segundo a revista “Insider”, a funcionário recusou apresentar queixa por acreditar que a mulher sofria de demência já em estado avançado.

Face aos relatos dos seus funcionários, um porta-voz da Disney garantiu ao “The Orlando Sentinel” que toda a administração do resort encoraja os seus trabalhadores a denunciar qualquer situação desconfortável com que se deparem. E adianta ainda que, espalhados pelo parque, estão vários membros da polícia prontos para qualquer ação imediata.