O pequeno Chris O’Neill (James Quinn Markey) vive com a mãe Sarah (Seána Kerslake) numa zona rural da Irlanda e um dia desaparece na floresta. Quando regressa, vem diferente. Com atitudes a demonstrarem-se cada vez mais perturbadoras, a mãe começa a questionar a identidade do filho.

É este o enredo de “The Hole in the Ground” o filme de terror Irlandês da Netflix Reino Unido (ainda não chegou à versão portuguesa) que já foi descrito pelos subscritores na plataforma de streaming como um dos mais assustadores de 2019. É normal: as crianças do bem são a coisa mais querida de sempre e, do lado diametralmente oposto, estão as do mal, absolutamente aterrorizantes.

Realizado por Lee Cronin, o filme independente não só assustou, como mereceu elogios por parte de quem o viu, com especial destaque para o “áudio esquisito”, os “visuais arrepiantes”, sem esquecer a “atmosfera”, que fica “debaixo da pele” — sendo inclusivamente comparado ao australiano “The Babadook“.

O filme foi distribuído nos Estados Unidos pelo estúdio A24, o mesmo responsável por filmes como “A Bruxa” ou “Ele Vem à Noite“.