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Bárbara Inês esteve em Cuba e revela o que não pode perder na cidade de Havana

“A melhor memória que tenho de Havana são mesmo as pessoas”, diz à MAGG, acrescentando que não podem faltar as tours pela cidade em carros clássicos.

Uns dias antes de partir de Portugal, a influenciadora digital portuguesa Bárbara Inês anunciou que ia viajar. Não disse o destino e só revelou a cidade que escolheu quando chegou ao local. Para quem a segue, não foi com surpresa que abriu a fotografia que revelava o local. “Havana is my city. So good to be back” (“Havana é a minha cidade, é tão bom estar de volta”, em tradução livre), escreveu como legenda numa fotografia já em Cuba.

A blogger e instagrammer esteve em Havana dez dias e esta foi a segunda vez na cidade – e garante que não há de ser a última. “Tinha memórias muito boas de Havana e mal voltei para Portugal da primeira vez sabia que haveria de voltar”, começa por explicar à MAGG, acrescentando que viajou com dois dos melhores amigos e que foi por “puro prazer”.

Ainda assim, e por trabalhar com as redes sociais, continuou a criar conteúdo para as mesmas. Mesmo em viagem as redes socais de uma influenciadora não podem parar. Mas isso não significou que não passeasse, conhecesse restaurantes ou estivesse com pessoas com quem já se tinha cruzado da primeira vez que esteve em Havana — afinal de contas, misturar-se com os locais é uma das coisas que mais aprecia em tempo de viagem.

Bárbara Inês com os dois amigos que a acompanharam, João Rebelo e Francisco Faria

“A melhor memória que tenho de Havana são mesmo as pessoas”, diz. “Fiz amigos aqui com quem mantenho contacto ao longo do ano por Facebook. Sabe bem conversar com os cubanos, perceber a história de vida deles, a sua perceção de vida de acordo com a sua realidade. E são tão abertos, tão amigáveis. Voltei pela segunda vez e fui aos mesmos sítios para encontrar pessoas que conheci da primeira vez. E encontrei”, garante.

Já no decorrer da viagem, Bárbara Inês tinha partilhado com os seus seguidores que não fazia sentido ir para uma cidade destas e viver apenas “a realidade de um hotel ou de um resort”.

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“Longe de mim ir para uma cidade em que me limito a viver a realidade de um hotel ou de um resort. Em que chamo um táxi e que a única coisa que lhe digo é a direção para onde quero ir. Em que vou apenas aos bares/restaurantes que indicam no Google. Em que não tento conhecer e conversar com locais”, escreveu poucos dias depois de chegar à cidade.

“Fico triste quando ouço alguém a dizer que não gostou de Havana ‘Porque é sujo, porque é velho, porque os hotéis de cinco estrelas não são realmente de cinco estrelas”. Existe toda uma história por trás, muito triste. Uma realidade que não nos assiste felizmente. ‘Não existem cubanos ricos, é impossível’, disse-me um taxista nestes dias. ‘Nós, cubanos, somos muito fortes, porque com tantas coisas tristes conseguimos ser muito felizes’, disse-me o Manolo, um amigo que fiz cá que me deu casa há dois anos. E o que ele disse mexeu comigo, porque é tão verdade”.

À MAGG, Bárbara Inês falou ainda de três locais que não deve perder. Havana Velha é um dos sítios preferidos da influenciadora digital e que a conquistou à primeira visita. “Gosto das cores, das pessoas, da vida e da simplicidade”, diz. “Não tenho nenhum spot favorito. Gosto de passear pelas ruas”.

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Para além de um passeio na zona velha da cidade, há outra coisa que não deve deixar de fazer — ainda que seja considerado um plano muito turístico.“Acho que as tours pela cidade de Havana num carro clássico são uma ótima ideia. Eu não sou nada apologista de planos mega turísticos, mas este é necessário”, explica. “É um passeio pela cidade inteira, é barato e ficamos a conhecer tudo de Havana. É muito agradável”.

Depois de duas coisas que não pode mesmo perder em Havana, quisemos perguntar onde se come melhor. “O restaurante La Guarida é delicioso, mas é muito turístico e mais caro do que o resto de Havana”, alerta. A solução passa por encontrar restaurantes mais baratos onde possa fazer uma refeição por menos de 15€. “Há uma zona de restaurantes muito boa mais perto da igreja grande. Paga-se 12€ e tem-se menu completo com entrada, prato, sobremesa, café e mojito”, diz. “A comida aqui não varia muito entre frango, lagosta e roupa velha”, continua. “Ah, e o arroz de feijão, claro”.

Recorde algumas fotografias de Bárbara Inês Cuba, tanto na cidade de Havana como na cidade de Vinãles, a 183 quilómetros de Havana.

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