Ana Raquel e Paulo e o casal Inês e Hugo casaram-se no mesmo altar do programa “Casados à Primeira Vista“. Elas são irmãs, eles só se conheceram quando esperavam ansiosamente pelas noivas.

Só que o casamento entre Ana Raquel e Paulo não tem sido tão fácil. Ana Raquel é menos flexível do que Inês e logo depois de conhecer o noivo mostrou o seu desagrado: “Assim às primeiras vistas não tem nada a ver comigo. Não me agrada nada, nada”, confessa à produção do programa.

Mas fora das confissões para as câmaras, Ana Raquel dirige alguns comentários mais desagradáveis ao recém marido. Selecionámos 7 momentos em que a irmã de Inês não se conseguiu conter nas palavras.

1. O discurso no altar

Antes de trocarem alianças, o futuro do casal teve alguns minutos para falar. “Não gosto assim de muitas lamechices. Vê lá o que é que escreveste para aí”, começa Ana Raquel.

O discurso de Paulo já estava preparado e começou os votos a dizer: “Até que enfim nos encontramos. Longa foi a espera”. Já Ana foi menos romântica: “Palavras e coisas giras seriam algo que devia ter aqui escrito para te ler, mas esquece, não tenho”. Num ritmo acelerado, prossegue mais otimista e diz que “isto um dia ainda vai valer a pena e vamo-nos rir desta história”, termina.

2. “O que é que sabem um do outro?”

Quando Diana Chaves se juntou ao casal no copo de água numa quinta em Sintra, para saber o que é que já conheciam um do outro, Ana Raquel já tinha a resposta pronta: “Sei que ele é de Lisboa. Já lhe disse que não venho viver para Lisboa”. E continua a falar de mais aspetos sobre Paulo, entre os quais a idade — ela com 42 e ele com 51 — que não lhe agradam.

“Neste momento não tenho vontade de continuar”, remata numa confissão final.

Ana Raquel e Paulo já estão separados

3. O momento da dança dos noivos

Inês e Hugo já tinham aberto a pista quando Diana Chaves foi convidar o outro casal de noivos para dançar. Paulo levantou-se de imediato, mas Ana permaneceu sentada e disse repetidamente: “Vai sozinho. Vai lá sozinho. Eu vou lá ter”.

Contudo, Ana Raquel acabou por ir, mas sempre mostrando algum desconforto. Para Paulo, este foi “o melhor momento dia”, por ser “aglutinador” de boas energias.

4. Ressonar? Nem pensar

“Se ressonares vais ter de ir dormir para a rua”, diz Ana Raquel quando o casal já estava no quarto na noite de núpcias.

A noite ficou ainda marcada pela garrafa de champanhe que Paulo teve sérias dificuldades em abrir. Também neste momento, Ana Raquel atacou: “Não me peças para abrir a garrafa”. Depois das várias tentativas de Paulo, continuou dizendo “assim não vais lá”, desmotivando o marido na tarefa.

5. O primeiro pequeno-almoço do casal

Depois de servido o pequeno-almoço e aberto o envelope vermelho com o destino da viagem da lua de mel, Paulo mostrou-se entusiasmado por conhecer um novo destino — Turquia.

Mas quando o mesmo pergunta a Ana se está contente, esta continua sem mostrar entusiasmo: “Não sei”, respondeu, o que em parte poderia estar relacionado com o seu medo de andar de avião.

6. Lua de mel (ou nem tanto)

Na chegada ao quarto de hotel, na Turquia, o casal foi recebido com uma toalha em forma de coração recheada de pérolas em cima da cama.

A reação imediata de Paulo foi um “uau” demonstrando admiração pelo esforço para agradar os recém-casados, mas Ana Raquel não foi da mesma opinião: “Olha, este quarto não é nosso, podemos sair”, provando que, como já tinha referido, não gosta de surpresas.

Paulo ficou surpreendido, mas manteve-se pacífico e tentou acalmar Ana: “É adequado”, disse a medo. Ela responde que “é adequado à lua de mel de duas pessoas que se casam de uma forma normal. Não para duas pessoas que não se conhecem de lado nenhum e não vão usufruir de nada do que aqui está. Portanto, isto para mim é ridículo”, finaliza.

7. “Não vou andar com uns óculos de que não gosto”

Depois de tirar as pétalas vermelhas de cima da cama e de passarem juntos a primeira noite da lua de mel, Ana Raquel e Paulo foram conhecer Istambul, cidade da Turquia.

O passeio com a guia decorria normalmente até que Ana revela-se incomodada com o sol. Paulo, de forma prestável, ofereceu os óculos de sol, mas como é de esperar, a resposta não foi simpática: “Quero os meus. Eu não gosto deles. Não vou andar com uns óculos de que não gosto. Não gosto para mim”, recusa.

Mais adiante, Paulo refere que encontraram um bom sítio, mas Ana ataca logo de seguida questionando “para quê? Isto está tudo molhado. É um bom sítio para te molhares. Não quero”. E acaba por sugerir continuar o passeio por outro caminho.