A duquesa de Sussex, Meghan Markle, decidiu avançar, na terça-feira, 1 de outubro, com um processo contra o jornal britânico “Daily Mail” depois de este ter publicado excertos de uma carta pessoal que enviou ao pai, Thomas Markle, em maio de 2018.

Só que Thomas, está também envolvido no processo, uma vez que é acusado de revelar detalhes à imprensa sobre esta carta, bem como de pedir dinheiro pela revelação das informações.

O reencontro entre os dois, depois de quatro anos, pode, por isso, estar para breve, uma vez que o pai da duquesa de Sussex tem que se apresentar em tribunal. “Eu decidi partilhar partes da carta por causa do artigo dos amigos de Meghan à revista americana “People“. Eu tenho de me defender”, refere o pai de Meghan Markle ao “Daily Mail“.

Este artigo a que se refere Thomas e no qual os amigos de Meghan falaram mantendo-se em anonimato, sugeria que Thomas respondeu à carta apenas com o interesse de encenar uma fotografia entre os dois ou de pedir dinheiro à imprensa pela publicação do conteúdo.

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De acordo com o jornal britânico “The Mirror“, fontes próximas de Thomas Markle referem que o pai da duquesa, que vive em Rosarito, no México, está preparado para viajar até ao Reino Unido.

A carta foi enviada pela duquesa de Sussex três meses depois do casamento com o príncipe Harry. Tinha cinco páginas e começava com um desabafo: “Pai. Estou devastada. Eu amo-te e eu tenho um pai. Por favor, para de vitimizar-me através dos media para podermos restabelecer a nossa relação”, revela o “The Mirror”.

Só que depois de os amigos de Meghan revelarem a existência da carta e de fazerem acusações sobre Thomas, este quebrou o sigilo que prometeu manter depois de recebê-la, refere o mesmo jornal. “Eu apenas mostrei partes da carta porque outras são dolorosas. A carta não mostra que ela me ama. Eu achei isso triste”, acrescenta em declarações ao mesmo jornal.

Se a relação entre Thomas e Meghan Markle já não era favorável, com esta polémica tornou-se ainda mais complicada. Mas Thomas tem esperança de que a situação possa ser resolvida: “Bastaria uma chamada, e esta loucura iria acabar”, refere o “The Mirror”.