Não há nenhum bom motivo para querer esperar pela reforma para embarcarmos numas férias feitas a bordo de um cruzeiro. É que estas navegações gigantes são um mundo: há cabines confortáveis, há entretenimento em todo o lado, a paisagem é de mar de se perder de vista e há comida a qualquer hora do dia.

É neste último ponto que nos vamos focar. Se noutros tempos as escolhas alimentares se limitavam a um buffet, hoje há de tudo num cruzeiro: restaurantes de fine-dining, zonas dedicadas à cozinha francesa, italiana ou do médio oriente. A isto soma-se a oferta entre refeições, com cafetarias e lojas de doces.

Imagens. Quando a realidade dos cruzeiros está longe das expectativas

A comida e a bebida são critérios fundamentais no momento de escolher em que cruzeiro embarcar. É o que mostra o estudo realizado pela Admiral Travel Insurence.

A investigação demonstrou ainda aquilo que é preciso para alimentar os milhares de passageiros que, de uma só vez, ocupam os barcos cada vez maiores: um cruzeiro típico, com capacidade para acomodar até seis mil pessoas, precisa de ter em stock e a bordo 100 toneladas de alimentos e de bebidas — o equivalente a 250 mil refeições por semana, o que representa, aproximadamente, 35 mil por dia, avança o “The Independent”.

A pastelaria e o café são, segundo o mesmo estudo, uma parte grande deste total: são consumidos 67.550 bolos semanais e cerca de 861 quilos de café — o que serve para cerca de 120 chávenas em sete dias.

Num cruzeiro de sete dias há anda 21 mil gelados e 16.862 litros de álcool  — quantidade capaz de encher 169 banheiras.