A gala é uma das mais emblemáticas e importantes da indústria que, todos os anos, premeia as melhores produções de televisão. Falamos dos Emmys que, este ano, acontecem a 22 de setembro na Califórnia, nos Estados Unidos. Pela última vez, vamos voltar a ver o elenco de “A Guerra dos Tronos” reunido, uma vez que, pela última vez também, a série está nomeada.

Na 71.ª edição da cerimónia, “Better Call Saul”, “This Is Us”, “Killing Eve” e “Succession” vão a jogo pela estatueta de Melhor Série de Drama.

Já na categoria de Melhor Minissérie, as escolhas vão ser entre “Chernobyl”, “Sharp Objects” e “When They See Us” — a série sensação da Netflix que retrata os cinco miúdos condenados injustamente pela agressão e violação de uma mulher.

Já a pensar nos possíveis vencedores e derrotados, a MAGG pediu a vários especialistas (leia-se, viciados em séries) que nos dessem as suas previsões sobre uma das noites mais importantes da televisão.

Lançámos o desafio ao jornalista e crítico de cinema, Miguel Somsen, ao diretor da SIC Radical, Pedro Boucherie Mendes, e ao radialista Nuno Markl.

Emmys. “A Guerra dos Tronos” e “This is Us” nomeadas para Melhor Série Dramática

E enquanto Somsen e Boucherie Mendes acreditam que a estatueta de Melhor Série de Drama vai para “A Guerra dos Tronos”, Markl gostava que este fosse o ano de “Succession”.

Conheça todas as previsões dos nossos especialistas e entusiastas de televisão.

As previsões de Miguel Somsen

Miguel Somsen tem a certeza de que "A Guerra dos Tronos" vai levar para casa o prémio mais importante da gala

Miguel Somsen

  • Melhor Série de Drama

Miguel Somsen, crítico de cinema e televisão, diz à MAGG que vai ser muito difícil que “A Guerra dos Tronos” não leve o prémio principal para casa. “O facto de ser um epílogo e de ter a qualidade institucional que as outras nomeadas não têm, fazem dela a grande vencedora”, explica.

Mas diz que o facto de “Killing Eve”, que acha completamente sobrevalorizada, ser tão apreciada pelo público e ter ganho um BAFTA na mesma categoria, pode fazer dela a surpresa da noite.

“Neste contexto, o público conta muito e estes prémios institucionais tentam cada vez mais aproximar-se das pessoas. O que acho estranho é a série estar nomeada na categoria de drama quando muitas vezes resvala para a de comédia”.

  • Melhor Minissérie

Apesar de ter gostado de “Chernobyl”, é “Sharp Objects” que Somsen gostaria de ver premiada. “A história de ‘Sharp Objects’ é fortíssima e precisa do seu tempo para se gostar. Apesar de aparentar ser igual a tantas outras, acaba por ser muito diferente até pelo lado gótico da América, um lado gótico diurno com muito calor e sol, de que gostei muito.”

Sobre “Chernobyl”, garante não ser uma “série topo de gama” apesar da história impactante. Outra das nomeadas é “When They See Us” que, diz, provavelmente vai levar o prémio para casa. “É a favorita, principalmente pela forma como aborda um tema que nos é muito próximo”, explica, referindo-se ao racismo na América de Donald Trump.

  • Melhor Ator Principal em Série de Drama

“Gosto mesmo muito do Jason Bateman [de ‘Ozark’] e associo-o sempre a grandes papéis”, conta. Mas para Somsen, é Bob Odenkirk quem merecia a estatueta pela sua prestação em “Better Call Saul” — o spin-off de “Breaking Bad” que tem conquistado a crítica desde a primeira temporada.

Porém, confessa que o forte candidato é Kit Harrington de “A Guerra dos Tronos”.

  • Melhor Atriz Principal em Série de Drama

“Se derem o prémio à Sandra Oh, corto as goelas”, foi a reação de Somsen à possibilidade da atriz de “Killing Eve” sair vencedora da gala. É que embora não aprecie a série, o especialista garante que Jodie Comer, a atriz que contracena com Sandra Oh, é a melhor colocada até por “ser um rosto novo” na indústria.

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  • Melhor Atriz Secundária em Série de Drama

Para Miguel Somsen, a clara vencedora é Gwendoline Christine por ter dado vida a Brienne em “A Guerra dos Tronos”.

  • Melhor Ator Secundário em Série de Drama

Aqui, o especialista garante que Michael Kelly, de “House of Cards”, é o melhor posicionado. Principalmente porque se “manteve constante ao longo da série” — mesmo durante uma última temporada que o crítico diz não ter sido capaz de terminar.

  • Melhor Série de Comédia

Sobre a categoria de comédia, Somsen diz “não ter paciência para ‘Veep’“. Apesar de considerar que “Russian Doll” foi uma das surpresas do ano, as suas favoritas ao prémio são “Barry” e “Fleabag”.

  • Melhor Ator Principal em Série de Comédia

“Achei o Ted Danson [de “The Good Place“] insuportável”. Por isso, Bill Hader (de “Barry”) e Michael Douglas (de “The Komkinsky Method“) são os favoritos de Somsen,

  • Melhor Atriz Principal em Série de Comédia

Embora considere que Natasha Lyonne esteve impecável em “Russian Doll”, diz que Phoebe Waller-Bridge é quem mais merece o prémio de Melhor Atriz pela sua prestação na série “Fleabag”.

“Tem de ser esta. Não há discussão”, garante.

  • Melhor Atriz Secundária em Série de Comédia

Miguel Somsen não tem dúvidas de que este vai ser o ano de Olivia Colman. Depois de ter ganho o Óscar de Melhor Atriz pelo papel em “A Favorita”, Somsen diz que é uma forte concorrente a ganhar o Emmy de Melhor Atriz Secundária pelo papel em “Fleabag”.

No final do ano, Colman vai assumir o papel de rainha Isabel na nova temporada de “The Crown”.

  • Melhor Ator Secundário em Série de Comédia

“Para mim, a escolha é entre Henry Winkler ,de ‘Barry’, e Alan Arkin, de ‘The Kominsky Method’, por interpretar uma personagem adorável”, explica.

  • Melhor Ator em Minissérie

O facto de Somsen não ter tido oportunidade de ver a última temporada de “True Detective”, que valeu a nomeação a Mahershala Ali, leva-o a acreditar que será Jharell Jerome (de “When They See Us”) a passar à frente de Jared Harris (“Chernobyl”) e até de Hugh Grant (“A Very English Scandal”).

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  • Melhor Ator Secundário em Minissérie

Talvez a categoria mais difícil de perceber, embora Somsen acredite que o vencedor será “um qualquer dos miúdos da série ‘When They See Us’, da Netflix.

  • Melhor Atriz em Minissérie

“Acho incrível que Patricia Arquette não esteja nomeada por ‘The Act’ mas sim por ‘Escape at Dannemora’“, revela. Por isso, acredita que o prémio vai ser atribuído a Amy Adams pelo papel em “Sharp Objects”.

As previsões de Pedro Boucherie Mendes

Pedro Boucherie Mendes acredita que Peter Dinklage vai levar para casa a estatueta de Melhor Ator Secundário em Série de Drama

João Martins/MAGG

  • Melhor Série de Drama

Pedro Boucherie Mendes, diretor da SIC Radical e diretor de Planeamento Estratégico do grupo Impresa, diz à MAGG que de todas as nomeadas, foi “Sucession” que mais o cativou. Ainda assim, o mais certo é que seja “A Guerra dos Tronos” a ganhar o prémio de Melhor Série de Drama.

  • Melhor Minissérie

Para o especialista, “Escape at Dannemora” é “um dos casos prejudicados pelo excesso da oferta que existe atualmente e pelo facto de não pertencer a uma plataforma” e diz que merecia vencer. O mais provável de acontecer é ser “Chernoby” a levar a estatueta para casa.

“Eu não gostei [de “Chernobyl”], mas percebi que fascinou meio mundo pelo simples facto de muita gente mais nova nem sequer se lembrar dos eventos verdadeiros”, explica.

  • Melhor Ator Principal em Série de Drama

Aqui a escolha é fácil para Pedro Boucherie Mendes. “Sempre Bob Odenkirk de ‘Better Call Saul’. Espero, aliás, que não vença Kit Harrington”.

  • Melhor Atriz Principal em Série de Drama

Para a categoria de Melhor Atriz Principal em Série de Drama, o diretor da SIC Radical diz que espera que seja Jodie Comer a vencer depois da sua prestação em “Killing Eve”.

“Acho a nomeação de Robin Wright infeliz e injusta. A falta de Kevin Spacey prejudicou-a e à série, que se tornou numa soap opera de segunda categoria”, revelou.

  • Melhor Atriz Secundária em Série de Drama

Fiona Shaw [de “Killing Eve”] seria a minha escolha”, mas Boucherie Mendes torce por Maisie Williams. A explicação é simples: “Quem viu a última temporada de ‘A Guerra dos Tronos’ vai perceber.”

  • Melhor Ator Secundário em Série de Drama

Sobre esta categoria, garante que que Peter Dinklage (que fez de Tyrion em “A Guerra dos Tronos”) está nomeado para Melhor Ator Secundário e não Melhor Ator Principal, “para se ter a certeza de que ganha uma estátua”. E diz ser esse o forte candidato.

  • Melhor Série de Comédia

A favorita de Boucherie Mendes é “Fleabag” que, defende, “está a dois quilómetros acima das outras” nomeadas. “Nunca gostei de ‘Barry’ nem de ‘Russian Doll'” — mas diz que esta última pode sair vencedora da gala.

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  • Melhor Ator Principal em Série de Comédia

Pedro Boucherie Mendes, diretor da SIC Radical, confessa à MAGG que não viu todas as séries nomeadas para esta categoria. Ainda não viu “Black Monday”, da Showtime, por isso não pode dar a sua opinião sobre a probabilidade de Don Cheadle vencer ou não nesta categoria.

Mas entre todos os atores, não restam dúvidas para o especialista. “[Michael] Douglas vencerá, sem dúvida, numa série excelente”, aponta, referindo-se à prestação do ator enquanto Sandy Kominsky em “The Kominsky Method”.

  • Melhor Atriz Principal em Série de Comédia

Este foi o ano em que, ao fim de sete temporadas, os fãs se despediram de “Veep”, e isso é motivo mais do que suficiente para Pedro Boucheries Mendes assumir que será Julia Louis-Dreyfus a vencer enquanto Melhor Atriz Principal em Série de Comédia.

“Preferia Phoebe Waller-Bridge (em “Fleabag”), mas talvez ganhe Louis-Dreyfus”, diz à MAGG.

  • Melhor Atriz Secundária em Série de Comédia

Esta não é a primeira nomeação aos Emmys para algumas das atrizes na categoria de Melhor Atriz Secundária em Série de Comédia, entre elas, Betty Gilpin, de “GLOW”.

A série de Liz Flahive e Carly Mensch é, para Boucherie Mendes, “uma das grandes séries escondidas na Netflix”, o que pode valer a vitória a Betty Gilpin, pela sua prestação como Debbie.

  • Melhor Ator Secundário em Série de Comédia

“Barry” conta com três das seis nomeações na categoria de Melhor Ator Secundário em Série de Comédia mas, apesar das probabilidades estarem a favor da série da HBO, o especialista acredita que será outro ator a vencer o prémio.

“Ala Arkin, a contra cena de Michael Douglas em ‘The Kominsky Method’ deverá vencer”, explica. Arkin interpreta o papel de Norman Newlander, agente e amigo de Sandy, a personagem de Douglas.

  • Melhor Ator em Minissérie

As prestações de Mahershala Ali em “True Detective” e de Jared Harris em “Chernobyl” têm sido das mais elogiadas pela crítica ao longo do ano. Contudo, o diretor da SIC Radical tem uma previsão diferente.

“Aposto em Benicio del Toro”, aponta, pelo seu papel de Richard Matt em “Escape at Dannemora”, a série da Showtime com sete episódios que contou com a Ben Stiller na cadeira de realizador.

  • Melhor Ator Secundário em Minissérie

Tal como Jared Harris, também a prestação de Stellan Skarsgård no papel de Boris Shcherbina em “Chernobyl” foi largamente elogiada. Mas, mais uma vez, e segundo a sua previsão, a série da HBO pode arrecadar vitórias nesta categoria.

Da mesma forma que Del Toro seria o vencedor na categoria de Melhor Ator, Pedro Boucherie Mendes aposta na vitória de Paul Dano pelo seu papel de David Sweat em “Escape at Dannemora”.

  • Melhor Atriz em Minissérie

Com vários nomes de peso nomeados para esta categoria, como Joey King pelo seu papel como Gypsy Blanchard em “The Act”, o especialista aponta mais uma vez para a série da Showtime.

Para Pedro, “não deve escapar a Patricia Arquette”, pela sua prestação como Joyce Mitchell. A mesma atriz contracenou com Joey King em “The Act”, onde interpretou a mãe de Gypsy, Dee Dee.

As previsões de Nuno Markl

Nuno Markl acha que este ano devia ser o de "Succession"

Gonçalo Villaverde/Global Imagens

  • Melhor Série de Drama

Para Nuno Markl, “Bodyguard” e “Killing Eve” são duas séries de peso que podem vir a vencer algumas nomeações nestes Emmys. Contudo, não descarta a última temporada de “A Guerra dos Tronos” que, garante, “já ganhou muita coisa”.

“Este deveria ser o ano de ‘Succession’, uma série muito subversiva que caminha numa fina linha entre a saga familiar a “Dallas” e a sátira a essas sagas familiares.

  • Melhor Minissérie

Apesar de ter vários concorrentes à altura, como é o caso de “Sharp Objects” ou “When They See Us”, para Markl há um claro vencedor na categoria de Melhor Minissérie: “Chernobyl”.

“É um grande feito. É como se fosse um catástrofe que troca o aparato de efeitos pelo intimismo das personagens.” Markl explica ainda que esta é uma série que consegue o feito de, através da Rússia comunista de ontem, representar aquilo que é a América dos dias de hoje.

  • Melhor Ator Principal de Série de Drama

Com dois atores de “This is Us” na corrida para a nomeação, Nuno Markl destaca a personagem principal de “Better Call Saul”, que mesmo ao fim de quatro temporadas continua a surpreender.

“Bob Odenkirk merece sempre por aquilo que o seu Saul representa: a transformação de uma personagem que, em “Breaking Bad”, era quase de desenho animado, num ser humano real.”

  • Melhor Atriz Principal em Série de Drama

Este foi, para Markl, o “ano das adoráveis psicopatas”. Se, por um lado, houve uma transformação — embora contestada — de Daenerys no final de “A Guerra dos Tronos”, também a prestação de Jodie Comer como Vilanelle em “Killing Eve” merece destaque.

“Tanto o monstro genocida como a assassina amoral e divertida merecem reconhecimento”, mas não consegue apontar uma favorita.

  • Melhor Atriz Secundária em Série de Drama

Se há personagem que teve uma evolução muito grande ao longo de oito temporadas foi Arya, em “A Guerra dos Tronos”, que tem como adversárias nesta nomeação as colegas Sophie Turner (Sansa), Lena Headey (Cersei) e Gwendoline Christie (Lady Brienne).

Apesar de todas terem passado por grandes mudanças ao longo das oito temporadas da série da HBO, há uma escolha clara para Nuno Markl. “De criança inocente a talentosa assassina justiceira fazem dela a minha aposta”, diz.

  • Melhor Ator Secundário em Série de Drama

Entre os vários atores eleitos para esta categoria Nuno Markl destaca “dois dos mais carismáticos da história da televisão”. E são eles Giancarlo Esposito em “Better Call Saul” e Peter Dinklage em “A Guerra dos Tronos”.

  • Melhor Série de Comédia

Este é um ano de “seleção de luxo” entre os nomeados. Contudo, entre os vários nomes, há três que merecem maior destaque para o radialista e, se possível, todas levariam o prémio para casa: “Barry”, “Fleabag” e “Russian Doll”. “São tão imaginativas, tão delicadas a equilibrar loucura com drama de pés assentes na terra, tão desafiantes de argumento, que não consigo escolher uma delas.”

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  • Melhor Ator Principal em Série de Comédia

Se todas as séries de comédia fazem parte de uma seleção de luxo para Nuno Markl, há um ator que se destaca entre todos os nomeados nesta categoria. “Bill Hader (‘Barry’), sem dúvida”, aponta o radialista.

Para o especialista, “Barry” é uma série maravilhosa de contenção e comédia e, entre o painel de atores, Hader destaca-se como um “génio que tem de ser, definitivamente, descoberto por toda a gente.”

  • Melhor Atriz Principal em Série de Comédia

“O que disse de Bill Hader, digo de Phoebe Waller-Bridge”, que considera ser “uma mestra na escrita e na interpretação.”

Não descurando o trabalho das outras atrizes nomeadas para a categoria e apontando Waller-Bridge como favorita, o radialista não deixa de destacar também o trabalho de Catherine O’Hara em “Schitt’s Creek”. “Anda no ofício há muitos anos e nunca será demais o reconhecimento. É das melhores atrizes cómicas de sempre.”

  • Melhor Atriz Secundária em Série de Comédia

“É uma das minhas personagens favoritas dos últimos anos com toda aquela passivo-agressividade perversa”, diz Markl sobre Olivia Colman em “Fleabag”.

Também nomeada pelo seu papel na mesma série está Sian Clifford e juntas competem com nomes como Betty Gilpin (“GLOW”), Anna Chlumsky (“Veep”) ou Kate McKinnon (“Saturday Night Live”).

  • Melhor Ator Secundário em Série de Comédia

Entre os seis atores nomeados para esta categoria, o especialista destaca o trio que faz parte do elenco de “Barry”, Anthony Carrigan, Stephen Root e Henry Winkler, “pela milagrosa capacidade de criarem vilões e caricaturas que, de repente, têm alma a sério”, explica.

  • Melhor Ator em Minissérie

Num ano onde foram várias as minisséries a serem destacadas pela crítica, o ator que mais se destacou para Markl foi Jared Harris pela sua interpretação como Valery Legasov em “Chernobyl”.

No entanto, não descarta a hipótese de haver um outro ator a vencer nesta categoria. “Benicio Del Toro também pode ser um portento em ‘Escape At Dannemora’.”

  • Melhor Ator Secundário em Minissérie

Markl confessa ter ficado obcecado com “Escape At Dannemora”, a série da Showtime criada por Brett Johnson and Michael Tolkin, o que talvez tenha influenciado a sua escolha nesta categoria. “Acho que seria merecido o Paul Dano ganhar”, defende.

  • Melhor Atriz Secundária em Minissérie

Há uma clara vencedora entre os vários nomes eleitos nesta categoria: Patricia Arquette. Para Markl, a atriz foi capaz de criar duas personagens inesquecíveis, referindo-se aos papéis de Dee Dee Blanchard em “The Act” e Joyce “Tilly” Mitchell em “Escape at Dannemora.

“A maneira como ela desaparece em qualquer uma destas criaturas é um espetáculo espantoso”, defende.