A nova aposta da Netflix, “The I-Land”, vai chegar ao ecrã da sua sala a 12 de setembro. A primeira temporada vai contar com sete episódios, e conta com nomes no elenco como Kate BosworthAlex Pettyfer e Natalie Martinez.

A série de ficção científica criada por Neil LaBute retrata a história de dez pessoas que acordam numa ilha sem qualquer memória de quem são e de como foram lá parar. Eles tentam encontrar o caminho de volta para casa, mas descobrem que naquele mundo nada é o que parece. Têm de enfrentar desafios psicológicos e físicos extremos, tudo com o objetivo de se tornarem em melhores versões de si mesmos – ou “morrer como os piores”, afirma a sinopse oficial da série.

Segundo a revista americana “Cosmopolitan”, a história pode ser comparada com a série que decorreu entre 2004 até 2010, “Perdidos”, já que também conta como um grupo de pessoas que fica preso numa ilha deserta e tem de trabalhar em conjunto para conseguir sobreviver. Como a personagem Jack Shephard (Matthew Fox), de “Perdidos”, diria ao grupo: “Vivam juntos ou morram sozinhos”.

Não foi só a “Cosmopolitan” que reparou nas semelhanças. O trailer foi divulgado a 29 de agosto e, na caixa de comentários, há várias referências a “Perdidos”. Um utilizador escreve “Perdidos 2019”, enquanto outro escreve: “Portanto, não fui o único a achar que esta fosse outra série dos ‘Perdidos’.” Também há quem diga que “The I-Land” parece uma versão de “Perdidos” para adolescentes.

Alguns comentadores foram ainda mais longe, e repararam que as imagens da ilha paradisíaca com miúdas giras de biquíni fazem lembrar as fotos promocionais para o festival Fyre — aquele que foi um desastre e teve direito a um documentário na Netflix.

“Finalmente a verdade sobre o festival Fyre”, comenta com humor um utilizador. “O festival Fyre encontra-se com ‘Jogos da Fome’?” ou “Se ‘Jogos da Fome’ e o festival Fyre tivessem um bebé” foram outros dos comentários deixados.

Brincadeiras e crossovers à parte, a verdade é que a grande maioria dos comentadores não tem esperança no que aí vem. Da fraca prestação dos atores ao enredo aparentemente básico e pouco inovador, há muitas críticas ao trailer.

“Perderam a inspiração”, “Acho que a Netflix começa a descurar a qualidade em prol da quantidade” ou “Isto podia ser bom mas o trailer é mau, para ser honesto”, são alguns dos comentários deixados no YouTube. Também há quem diga que “Parece barato… Nenhum ator se destaca” ou que “Os atores parecem ter sido tirados de filmes de terror com um baixo orçamento”.