Se ainda não viu a segunda temporada de “Mindhunter” (ou a primeira, caso tal coisa seja possível), feche imediatamente este artigo. Não vale a pena reclamar, dizer que só quer ver as fotos ou que não está a pensar adicionar a série à sua lista de favoritos. Por favor: pedimos-lhe encarecidamente que não faça isso à sua vida. Está a perder a hipótese de desfrutar de um dos melhores binge-watching de sempre.

A segunda temporada de “Mindhunter” chegou à Netflix a 16 de agosto e é a nossa mais recente obsessão. Inspirada no livro “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit“, escrita por John E. Douglas e Mark Olshaker, a série leva-nos numa viagem até aos primórdios da investigação dos assassinos em série.

Pluri-assassinos, assassinos em série, pessoas que matam várias pessoas. Em 1977, ainda ninguém sabia que nome dar a estes criminosos que cometiam múltiplos homicídios — nem tão pouco conseguiam entender como funcionava a sua mente. Tudo mudou quando foi criada uma pequena equipa dentro do FBI, dedicada a entrevistar serial killers que já foram detidos. Objetivo? Estipular um perfil criminal e, claro, ajudar a resolver casos em curso.

Ainda se lembra de tudo o que aconteceu em “Mindhunter”?

É assim que entramos nas vidas de Holden Ford e Bill Tench, agentes especiais da Unidade da Ciência do Comportamento do FBI, e Wendy Carr, psicóloga. Na segunda temporada eles levam-nos até Charles Manson, o Filho de Sam e Ed Kemper, ao mesmo tempo que tentam apanhar o responsável pelo assassinato de 30 crianças afro-americanas em Atlanta.

Spoiler alert, spoiler alert, spoiler alert: eles conseguem apanhá-lo. O seu nome é Wayne Williams e, tal como na vida real, só foi condenado por dois homicídios. Nunca foi possível provar o seu envolvimento nas restantes mortes.

“Mindhunter” não é uma série documental, mas o facto de ser inspirada em factos verídicos leva-nos a uma misutra constante entre a realidade e ficção. Obviamente que já sabe que Charles Manson existiu mesmo, assim como possivelmente não lhe é estranho o nome “Filho de Sam”. Mas sabia que Holden Ford e Bill Tench também, apesar de não se chamarem assim?

Descubra as pessoas na vida real que inspiraram os polícias e assassinos de “Mindhunter”.

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