Homem congela hambúrgueres do McDonald’s para comer ao pequeno-almoço

Foi num grupo do Facebook que o australiano decidiu partilhar o segredo de como gere, em termos financeiros, as refeições durante a semana.

De manhã, o australiano descongela um hambúrguer reaquecendo-o no micro-ondas, tornando-o num pequeno-almoço com 250 calorias

Um homem australiano decidiu partilhar nas redes sociais a forma como gere o orçamento das suas refeições semanais e a internet nem queria acreditar nas técnicas de poupança utilizadas.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, na publicação feita no Facebook, o homem fotografou o congelador de casa cheio de hambúrgueres do Mcdonald’s, mais conhecidos por “euro poupança”, dizendo que não há perigo e são seguros para comer.

Explicou ainda que no país os hambúrgueres só estão disponíveis a 1€ entre as 22h30 até a meia-noite e como a sua rotina começa cedo, uma vez que sai de casa às 7h30 para trabalhar, assim que acorda, o australiano descongela um hambúrguer reaquecendo-o no micro-ondas. É este o seu pequeno-almoço de 250 calorias. Após esta publicação, o homem questionou no grupo se mais alguém tinha o mesmo hábito.

Houve quem achasse a ideia brilhante e outros que consideraram a prática preguiçosa, vinda de quem não sabe cozinhar, lembrando que esta é a pior opção para um pequeno-almoço.

No entanto, nesse mesmo grupo uma mãe decidiu experimentar e congelou vários hambúrgueres para a família, de maneira a gerir as refeições diárias. Após a experiência, a mulher australiana disse que, de facto, os hambúrgueres conservam-se bem no congelador e conseguiu utilizá-los como almoço e jantar por alguns dias.

Depois desta publicação, foi criticada por escolher estes hábitos alimentares para a família e uma pessoa comentou a decisão da australiana afirmando que seria melhor gastar dinheiro em frutas do que em despesas médicas causadas por consumir fast food.

Por outro lado, ainda houve quem a defendesse, dizendo que a fruta é muito mais cara do que um hambúrguer de 1€. “Hoje em dia, o problema é que o lixo é mais barato do que as opções saudáveis ​​e isso é muito triste”, comentaram as pessoas no grupo.

A publicação acabou por ser eliminada e o seu autor não foi identificado.

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