Kim Kardashian nega acusações de apropriação cultural

A socialite foi acusada de apropriação cultural por ter utilizado o nome de uma peça de roupa tradicional japonesa para a sua nova marca.

Kim Kardashian afirmou que a escolha do nome foi intencional

Getty Images

Horas depois de ter lançado uma nova marca de roupa interior feminina, Kim Kardashian foi alvo de várias críticas nas redes sociais. A socialite foi acusada de apropriação cultural por ter utilizado o nome de uma peça de roupa tradicional japonesa para o seu novo projeto.

No Twitter, as críticas à Kimono foram rápidas a chegar. Houve quem pedisse para que Kim respeitasse a cultura japonesa porque “a palavra quimono não deve ser algo que qualquer empresa pode aproveitar e lucrar”. A empresária não reagiu às críticas até esta sexta-feira, 28 de junho.

Numa declaração enviada ao “The New York Times“, a mulher do rapper Kanye West afirmou que a escolha do nome foi intencional, como forma de acenar “à beleza e ao detalhe”, o que vai ao encontro daquilo que o tradicional quimono japonês transmite. “Eu entendo e respeito profundamente o significado do quimono na cultura japonesa”, acrescentou.

Na mesma declaração, Kim disse ainda que não é sua intenção “projetar ou lançar qualquer peça de roupa que de alguma forma se pareça ou desonre a roupa tradicional”. Apesar das críticas, a empresária está orgulhosa da sua ideia e não planeia mudar o nome da marca — e houve quem sugerisse algumas opções.

Kimono foi lançada por Kim Kardashian esta terça-feira, 25 de junho, através das redes sociais e é uma linha de lingerie desenvolvida com o objetivo de encontrar soluções para todo o tipo de mulheres. “A minha marca foi construída em torno da inclusão e diversidade e estou incrivelmente orgulhosa do que está por vir”, revelou ao jornal norte-americano.

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