Em 1950, o Dubai era apenas um aglomerado de casas e terrenos vazios. Foi preciso entrar nesta década para que a cidade recebesse pela primeira vez alguns serviços básicos, como eletricidade, redes telefónicas e o seu primeiro aeroporto. Tudo mudou quando, 16 anos depois, foi descoberto petróleo na região.

Traçou-se um plano: tornar o Dubai num paraíso dos Emirados Árabes Unidos. O objetivo foi sendo concretizado ao longo das décadas seguintes, com a construção de projetos cada vez mais megalómanos. E megalómano é mesmo a palavra correta para descrever um destino que gosta de fazer tudo em grande: é aqui que mora a escultura de chocolate mais alta do mundo, o hotel mais alto do mundo e até a maior moldura do mundo.

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Falar do Dubai é falar de luxo, portanto. Para citar a “Rough Guides“, estamos perante “um dos destinos urbanos mais glamourosos, espetaculares e futuristas do mundo”. Mas será que a realidade corresponde às imagens que vemos nos guias turísticas, ou até mesmo no Google? Infelizmente, não.

A Avenida dos Campos Elísios, em Paris, a chinesa Dalian ou Mykonos, na Grécia. O que têm em comum? São considerados destinos de luxo, que oferecem experiências únicas por um preço que nem todos podem pagar. Só que às vezes a vida real consegue ser um bocadinho diferente das campanhas publicitárias. Luxuosos? Talvez. Cheios de gente, artificiais e em obras? Também.

Veja as fotografias dececionantes que mostram a realidade de 9 destinos de luxo.

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