São muitas as pessoas que gostavam de conseguir ler mais, até porque este é um hábito bastante positivo: para além de nos transportar imediatamente para outros universos ou realidades, os livros conseguem oferecer-nos mais vocabulário, aprendizagem e, caso seja mesmo um bom livro, fazer com que o tempo passe a correr.

Se anda de transportes públicos, são uma ótima forma de se isolar das conversas alheias; se tem dificuldades em adormecer, ler é muito mais saudável do que tentar dormir a ver televisão ou a fazer scroll nas redes sociais, devido à exposição aos ecrãs azuis.

E quem nunca passou as férias de verão a despachar livro atrás de livro na praia, para depois pensar porque é que não estende esse hábito aos restantes meses do ano, que atire a primeira pedra.

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Motivos não faltam para correr para as livrarias e render-se às novidades literárias lançadas em maio e junho. Fernanda Serrano chega às livrarias com “Viva a Vida”, feito das memórias, histórias nunca antes contadas, imagens e pequenos desabafos da atriz, enquanto a apresentadora Catarina Furtado, que a MAGG já entrevistou a propósito deste lançamento, tem um livro pensado nos desafios da adolescência — “Adolescer é fácil, #só que não” é uma ferramenta muito útil também para pais e educadores.

Mark Manson, o autor do best-seller “A Arte Subtil de Dizer que se F*da”, está de regresso com mais um livro de auto-ajuda com uma escrita bastante característica. “Está Tudo F*dido” analisa a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, entre outros temas.

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Da auto-ajuda para o infanto-juvenil, Helena Magalhães lança o romance “Raparigas como Nós”, que conta a história de um romance irresistível, que é também o retrato de uma geração que cresceu sem redes sociais, bem longe dos dias de hoje. Já Miguel Esteves Cardoso também está de volta às livrarias com “No Passado e no Futuro Estamos Todos Mortos”, bem como Ricardo Araújo Pereira, que chega com mais uma compilação da sua rubrica de sucesso na Rádio Comercial, “Mixórdia de Temáticas, Série Lobato”.

Paul French escreve um fiel ensaio sobre a situação política e social atual da Coreia do Norte, “Coreia do Norte — Estado de Paranoia” (e pode ler mais sobre este lançamento nesta entrevista da MAGG ao autor), Joana Amaral Dias foca-se nos “Psicopatas Portugueses” e Joana Marques prevê que “Vai Correr Tudo Mal”, no primeiro livro de anti-ajuda.

E se quiser um companheiro para se viciar e ler de uma assentada, não pode perder “A Paciente Silenciosa”, de Alex Michaelides, que já chegou ao primeiro lugar da lista de best-sellers do “New York Times”.