Vai ser possível andar de trotinete elétrica com o passe Lisboa Viva

É só preciso ter um passe válido e fazer um registo online. A partir daí, e até dezembro, há minutos grátis para aproveitar.

A campanha é válida para registos feitos até dia 29 de junho

Até dezembro, os portadores do passe Lisboa Viva vão poder usufruir de 20 minutos grátis para andar de trotinete elétrica na cidade. Segundo o jornal “Eco“, todos os titulares de um passe válido podem ter acesso a esta promoção, mesmo aqueles que não tenham adquirido qualquer passe mensal. Para isso, basta que se registem na aplicação da Hive, disponível para Android e iOS.

Ainda que no ato de registo seja preciso indicar um número de cartão de crédito, a empresa só deverá cobrar por viagens quando os minutos grátis terminarem. E caso não se usem os 20 minutos numa só utilização, o tempo restante fica disponível para as viagens seguintes.

Para usufruir da campanha, o registo tem que ser feito até dia 29 de junho. A promoção da Hive surge ao abrigo de uma parceria com a OTLIS, responsável pelo sistema VIVA, que agrega os diversos transportes públicos disponíveis na região.

Atualmente, já são várias as empresas de trotinetes elétricas a operar em Lisboa. E se, até aqui, todas praticavam preços semelhantes, a Lime chegou-se à frente e anunciou uma redução do preço do desbloqueio das trotinetes, passando de 1€ para 50 cêntimos.

O crescimento deste mercado nem sempre tem sido acompanhado pela fiscalização necessária para que a utilização das trotinetas seja pacífica na cidade. Desde a má utilização dos equipamentos até ao seu abandono na via pública, já aconteceu de tudo.

Por causa disso, a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, informou esta terça-feira, 28 de maio, que vai criar “uma taxa de remoção” para trotinetes e bicicletas que ocupam ilegalmente o espaço público, indicando que a aplicação de coimas requer ainda de regulamento. A iniciativa de remoção do espaço público, assim com a aplicação de multas, aplica-se apenas a equipamentos de fins comerciais, dirigindo-se às próprias empresas e não aos utentes. Relativamente aos equipamentos de propriedade particular, a Junta de Freguesia, citada pela Agência Lusa, “apela à consciência cívica das pessoas” na ocupação no espaço público.

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