Não amamentar em frente ao pai e outras regras hospitalares hilariantes dos anos 60

Uma norte-americana partilhou um conjunto de regras hospitalares direcionadas para quem tinha acabado de ser mãe.

Depois de tirar uma foto, Micala Henson partilhou-a na sua página de Facebook a 26 de março

É caso para dizer que ainda bem que os tempos mudaram — e as regras também. Micala Henson, natural dos EUA, estava a remexer em papéis antigos juntamente com a mãe quando encontraram um documento, datado de 1968, com um conjunto de regras hospitalares direcionadas para quem tinha acabado de ser mãe. Depois de tirar uma foto, Micala Henson partilhou-a na sua página de Facebook, a 26 de março.

“A minha mãe estava a passar pelas suas coisas e vimos isto, umas regras relativamente a apenas ter um bebé. Deu-me vontade de rir. Como as coisas mudaram! Isto é de 1968! Que bom! Graças a Deus as coisas mudaram, não consigo imaginar! Sinta-se à vontade para partilhar!”, escreveu Micala Henson como legenda da foto. A publicação, divulgada esta quinta-feira, 4 de abril, pelo jornal britânico “Mirror“, já conta com mais de sete mil partilhas, quase dois mil comentários e quase três mil reações — na sua maioria de surpresa ou de riso.

Micala Henson, natural dos EUA, estava a remexer em papéis antigos juntamente com a mãe quando encontraram um documento, datado de 1968

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As regras presentes no documento indicam que os bebés estariam “em exibição na janela do berçário” em horários específicos e solicitava-se que não fosse pedido para o bebé ser visto fora desse horário. Outra indicação era de que não poderia estar ninguém presente enquanto a mãe amamentava a criança — nem mesmo o pai.

Cinco minutos de amamentação nas primeiras 24 horas e sete minutos no segundo e terceiro dia de vida do bebé eram outras das instruções em relação ao tempo de amamentação que era permitido. Ainda durante a amamentação, a mãe também estava proibida de comer determinados alimentos como maçã, morangos, nozes, cerejas, repolho, cebola ou chocolate.

Outras indicações pediam que a mãe não fumasse enquanto o bebé estivesse no quarto, não permitir que as visitas se sentassem na sua cama ou para a mãe não tapar o bebé com a sua roupa.

“Loucura”, “Como uma prisão”, “Inacreditável”, “Hilariante”, “Que interessante. E assustador”, “Acho isto muito triste, na verdade”, ou “Pobres bebés. Ainda bem que as coisas mudaram” são alguns dos comentários que se podem ler na publicação do Facebook.

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