Sophie Turner. “Amo uma alma, não um género”

A atriz deu uma entrevista conjunta à "Rolling Stone" onde fala de "Game of Thrones" e do noivado com Joe Jonas.

Sophie Turner ficou noiva de Joe Jonas em 2017, com apenas 21 anos

Era apenas mais uma entrevista para Sophie Turner e Maisie Williams sobre a série “Game of Thrones” e sobre a relação das duas na ficção e fora dela. Mas o que seria uma conversa inócua tornou-se num assunto discutido na imprensa e nas redes sociais.

Afinal, Sophie Turner, de 23 anos, teria mesmo discutido sobre a sua sexualidade na entrevista conjunta que deu à revista “Rolling Stone”?

A conversa com Sophie começou de forma suave e falou-se primeiro da sua relação fora da ficção com Maisie Williams. O noivado com Joe Jonas, da banda Jonas Brothers, foi também tópico de conversa e Turner revelou que, depois da separação, pensava que iria ficar sozinha o resto da vida: “Estava preparada para ficar solteira para o resto da vida. Acredito que quando encontras a pessoa certa tu sabes”.

A atriz justifica este tipo de visão por acreditar que o seu comportamento não é o mesmo do resto das raparigas da sua idade. “Acho que tenho uma alma mais velha do que a minha idade. Acho que já vivi o suficiente para saber. Já conheci rapazes suficientes, já conheci raparigas suficientes”.

Quando questionada sobre o que quis dizer sobre “raparigas suficientes” a atriz que dá corpo a Sansa Stark na série “Game of Thrones” responde simplesmente: “Toda a gente experimenta. Faz parte do processo de crescimento. Eu amo a alma da pessoa, não o género”.

Como seria de esperar, o Twitter explodiu com estas afirmações. Há quem garanta que a atriz teria assumido a sua orientação sexual e quem afirme que a noiva de Joe Jonas não tinha especificado nada em relação à sua sexualidade.

Outra utilizadora escreveu: “A Sophie Turner disse que a experiência dela resultava de um processo de crescimento e toda a gente assumiu que ela tinha dito que era bissexual. Apenas um lembrete: a bissexualidade não é uma experiência, nem um ritual para confirmar que se é hétero ou um sinónimo de interrogação”.

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