João Gil e Rui Veloso desafiam artistas lusófonos a juntarem-se por Moçambique

Todos os artistas de artes performativas são bem-vindos, sejam músicos, poetas, artistas de circo ou bailarinos.

João Gil, Rui Veloso e a Cruz Vermelha Portuguesa juntam-se para a "Operação Imbondeiro — O Maior Concerto do Mundo"

Nuno Silva/Facebook

O músico João Gil juntou-se a Rui Veloso e à Cruz Vermelha Portuguesa para organizar a “Operação Imbondeiro —O Maior Concerto do Mundo”, que tem como objetivo juntar o maior número de músicos num espetáculo que será difundido online, durante o maior número de horas possível, através do site da Cruz Vermelha e que poderá ser depois emitido por qualquer rádio, televisão ou meio de comunicação online que se queira associar a esta causa.

Cartaz do Evento

Cruz Vermelha Portuguesa

João Gil desafia todos os artistas de artes performativas lusófonos a enviarem um vídeo, até 18 de abril, com o seu trabalho, para que seja emitido durante esta emissão especial online. “A proposta é que façam uma ou duas músicas, um pequeno depoimento, que se façam filmar na sua casa, na sua biblioteca, no seu jardim, no seu estúdio, (…) e enviem esses conteúdos para o endereço de e-mail que é [email protected], disse o compositor à rádio TSF.

Desta forma, os músicos e a Cruz Vermelha Portuguesa esperam não só recolher ainda mais donativos para ajudar os milhões de pessoas afetadas pelo ciclone Idai, como dar oportunidade a todos os artistas já disponíveis de participar nesta iniciativa, algo que não foi possível durante o concerto de angariação de fundos para as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande em 2016, devido ao formato do evento.

O ciclone Idai devastou várias regiões no Malauí, Moçambique e Zimbabué durante a semana passada, tendo já provocado mais de 400 mortos, um número indeterminado de feridos e milhares de desalojados. Vários países  enviaram ajuda humanitária, incluindo Portugal, Índia, Alemanha ou Estados Unidos da América. Há ainda 30 portugueses desaparecidos, bem como a possibilidade de existir uma vítima mortal de nacionalidade portuguesa, embora não haja ainda confirmação oficial.

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