SIC vai abrir hotel com estúdio de televisão no centro de Lisboa

O hotel, que se prevê que abra em 2020 no centro de Lisboa, vai ter um mínimo de 100 quartos, restaurante e espaço para eventos.

O hotel vai ficar no centro da cidade para que os estúdios aí instalados funcionem em conjunto com os de Paço de Arcos

Gustavo Figueiredo Photography

O projeto ainda está aberto a investidores, mas Francisco Pedro Balsemão sabe bem o que quer do espaço onde vai abrir o Hotel SIC, o novo projeto do grupo Impresa e da empresa de gestão de ativos hoteleiros Blueshift.

O presidente executivo do grupo Impresa revela que o hotel vai ter no mínimo 100 quartos, um restaurante e bar, idealmente com rooftop, e um lobby de grandes dimensões, assim como espaço para eventos e para o elemento mais diferenciador de todo o projeto, um estúdio de televisão a funcionar ao vivo.

“Quem entra no lobby do hotel fica imerso no mundo da televisão e pode ver o que se passa nos estúdios”, explica ao “Expresso” Filipe Santiago, sócio administrador da Blueshif, que lembra que “é a primeira vez que uma estação de televisão dá origem a um hotel” e garante que “o nível de inovação vai ser fortíssimo”.

A localização no centro de Lisboa é estratégica porque o estúdio, além de poder ser usado pelos hóspedes, vai funcionar em complemento com o de Paço de Arcos, onde ficam os estúdios da SIC.

Francisco Pedro Balsemão lembra ainda, em declarações à mesma publicação, que este é o momento para avançar com projetos “que valorizam a marca em outros domínios, como o turismo, que também está em grande crescimento”.

O hotel nasce numa altura de mudança para o grupo que acaba de inaugurar oficialmente o seu novo edifício em Paço de Arcos. Nesta linha de inovação, o CEO do grupo gostaria que o Hotel SIC começasse a ser desenvolvido já em 2019, para poder abrir as portas em 2020.

O hotel vai funcionar numa parceria tripartida, na qual a SIC fornece os conteúdos temáticos (o que inclui cedência de material para um novo estúdio) e a BlueShift assegura a gestão em franchise. O terceiro elemento será o investidor, que ainda não foi encontrado. “Procuramos proprietários ou exploradores de hotéis em Lisboa que vejam neste projeto uma oportunidade de conversão das suas unidades para um conceito que é único, e que acreditamos que vai ter níveis de rentabilidade muito acima da média do mercado”, garante Filipe Santiago.

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