5 regras de parentalidade positiva que Kate e William usam com os filhos

Se educar dois filhos é muito, três é uma multidão. Com a ajuda de alguns truques de quem percebe do assunto, porém, eles conseguem.

Da esquerda para a direita: Kate Middleton com o filho Louis ao colo; o príncipe George, William e a princesa Charlotte

Getty Images

Príncipes George, 5 anos, Charlotte, 3, e Louis, 9 meses. Correm, sujam-se, gritam, brincam. Nasceram membros da coroa inglesa, filhos de William e Kate Middleton, mas não deixam de ser crianças. Como tal, precisam da atenção dos pais, fora dos protocolos reais. Além das regras associadas ao seu estatuto, precisam de crescer de forma saudável, de distinguir o certo do errado, de construírem os valores que os vão reger como adultos.

A Duquesa de Cambridge já falou várias vezes sobre aquilo que considera importante para um crescimento saudável: passeios ao ar livre, visitas a museus, atividades criativas em casa ou até cozinhar — o Príncipe George e a Princesa Charlotte adoram fazer pizza e sujar tudo à sua volta. Mas também aplica outras estratégias, mais específicas, alinhadas com aquilo a que se chama de parentalidade positiva, uma abordagem que foge de berros, de discussões, de castigos, de autoritarismos, do “é assim porque quem manda aqui sou eu” — fomentando o diálogo, as escolhas conscientes, a noção de responsabilidade e de consequências.

Desde a regra do intervalo quando a agitação é grande, ao facto de se pôr ao nível dos filhos quando quer falar com eles, a MAGG juntou 5 regras aplicadas pelos membros da coroa britânica na educação dos filhos.

1. Se suja, limpa

Vamos imaginar que os três pequenos príncipes estão a fazer disparates à mesa, que a comida vai parar ao chão, que se instala o caos alimentar. Podem ser realeza, mas isso não os impede de porem as mãos na massa. Segundo o “Cafe Mom“, a regra é simples: se sujam, limpam.

2. Comer ou não comer

Não gostam dos legumes? Não gostam daquilo que veem no prato? Não há problema, mas só há duas soluções possíveis. De acordo conta a especialista de parentalidade Nikki Bush, ou comem o que há ou vão para a cama sem comer. Uma das duas têm de escolher — e dificilmente optam pelo caminho da fome.

3. Quando há birras fora de casa, só há um aviso

Kate Middleton é apologista de passar tempo ao ar livre. Numa carta de apoio escrita a propósito do Children’s Hospice Week, de maio de 2018, a duquesa revelou que aprecia “momentos de família simples”, com brincadeiras na rua, por exemplo. Mas há regras. De acordo com a mesma especialista, se os miúdos começam a fazer birras, os pais só pedem uma vez para se acalmarem. Se continuarem, regressam a casa.

4. Não há castigos, há pausas

Por outro lado, quando os miúdos estão mais agitados, a discutir, em casa, em vez de Kate e William aplicarem castigos, utilizam uma estratégia a que chamam “take a break”, ou seja, “fazer uma pausa”. Segundo a “Cafe Mom“, nestes momentos, pedem às crianças que vão para o quarto, para que se distraiam com livros, música calma ou brinquedos que os sosseguem. Esta estratégia — que diminui o stresse tanto das crianças como aos pais — foi retirada do livro de educação preferido da duquesa: “The Happiest Toddler on the Block”. “Positive Discipline” é outro dos manuais utilizados por Kate.

5. Falar ao mesmo nível

Uma medida que a rainha desaprova. É usual vermos tanto Kate Middleton e William a baixarem-se para falarem com os filhos. Colocam-se ao nível deles, estratégia de educação positiva à qual também se dá o nome de escuta ativa, diz a “Time“. Desta ação resultam uma série de benefícios: uma comunicação mais eficaz e próxima entre os adultos e as crianças, que se sentem mais confortáveis e menos intimidadas — permitindo também o contacto visual e, por conseguinte, uma ligação mais profunda.

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