Não acredita que exista um modo de vida queque, não gosta de beijos (antes prefere a saudação dos japoneses) nem de pastel de nata. Falamos de Paula Bobone, a socialite portuguesa que viu o seu mais recente livro, “Educação Queque” (editado pela Prime Books e já à venda por 12,90€) ser alvo de várias críticas pelo tipo de afirmações que apresenta.

A autora, que tentou com o livro ensinar boas maneiras às crianças, diz que se deve andar com um ar limpo e um cabelo bem penteado para evitar ou reduzir situações de bullying, ou que a mulher deve continuar doméstica. Isto deixou a redação da MAGG intrigada e pronta para várias perguntas sem filtro e, por isso, convidámo-la para uma conversa aparentemente normal.

Entrevista impertinente aos criadores da nova série de comédia da SIC Radical

O que Paula Bobone desconhecia, é que tínhamos preparado uma entrevista impertinente, provocatória e mais descontraída onde abordaríamos vários temas — desde o livro à personalidade excêntrica que cultivou durante anos. Mantendo a sua postura de sempre durante a conversa de hora e meia, onde a divagação foi regra, revelou querer ser uma estrela do YouTube apesar de admitir uma certa ignorância das novas tecnologias.

O jornalista da MAGG sugeriu que, caso o jornalismo não desse certo, estaria disposto a ajudá-la nesta árdua tarefa e o acordo, selado com uma espécie de high five, ficou registado em vídeo.

Negócios do YouTube à parte, Paula explicou ainda como é que podemos aprender mais sobre a educação queque através dos “livros aéreos”, conceito que deixou o jornalista confuso e que a escritora não soube explicar muito bem. “São livros como aqueles que a Amazon tem”, tentou explicar.

Seriam livros online ou eBooks? Ficámos sem perceber exatamente. Talvez possa ser o tema do primeiro vídeo do seu canal de YouTube que, garante, já tem nome registado.