Expectativa Vs. Realidade: a Lagoa Azul na Islândia não é assim tão incrível

O spa termal no meio das montanhas é uma das atrações mais populares no país. Infelizmente, isso significa excesso de turistas.

Cuidado também com as toalhas — elas tendem a desaparecer

Entre amplos vales e montanhas, que no inverno estão sempre cobertas de neve, há uma enorme lagoa onde as águas estão sempre quentes e a deitar vapor. Falamos da Lagoa Azul, situada a 30 minutos de Reiquiavique, na Islândia, uma das atrações mais populares do país. A piscina natural tem a água sempre a 38 graus, e é rica em algas e sais minerais — portanto, ótima para a pele.

Dizem que a Lagoa Azul é uma verdadeira fonte de juventude — todos os anos vêm pessoas de todo o mundo só para dar um mergulho e cobrir a cara com a lama sílica que vem das profundezas da terra e atua como esfoliante. As imagens promocionais são impressionantes, a realidade nem por isso. Quando a Lagoa Azul está cheia de pessoas — o que acontece, bem, todos os dias — é difícil entrar em contacto com a natureza.

Para piorar a já muito elevada procura (no ano passado o local recebeu cerca de 1,2 milhões de visitantes), a 1 de abril abriu um hotel na Lagoa Azul. Chama-se The Retreat, tem cinco estrelas e 62 suites, algumas com acesso direto à lagoa.

Quando a expectativa e a realidade dos locais turísticos não podiam estar mais distantes, o cenário torna-se quase desolador. É o que acontece na Lagoa Azul. O “Business Insider” reuniu as fotos mais deprimentes do ponto turístico e o resultado é um sentimento de pura deceção. Veja as imagens.

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