Pharrell Williams proibiu Trump de usar a sua música em comícios, mas não foi o único a fazê-lo

Adele, Pavarotti e George Harrison são alguns dos cantores que não querem que o Presidente dos Estados Unidos use os seus trabalhos.

O cantor da música 'Happy' revelou estar desagradado com o uso da sua música para fins políticos de Donald Trump

Falar de Donald Trump, é falar de polémicas. Desta vez, o Presidente dos Estados Unidos participou num comício de Futuros Agricultores da América no Estado do Indiana, horas depois do tiroteio na Sinagoga de Pittsburgh onde morreram 11 pessoas, e utilizou como música ‘Happy’ para a sua entrada.

Segundo a revista “Hollywood Reporter“, o cantor e autor da canção, Pharrell Williams, ficou desagradado com esta situação e tomou medidas legais. Este enviou um aviso para que o presidente dos Estados Unidos parasse de usar a sua música em atos políticos futuros. Na carta enviada, o advogado do cantor escreve: “No dia de um assassinato em massa de 11 pessoas feito por um ‘nacionalista’ perturbado, tocou a música ‘Happy’ para uma multidão presente num evento político no Estado do Indiana. Não houve nada ‘Happy’ sobre a tragédia infligida no nosso país.”

Esta carta afirma que o uso desta canção constituiu uma violação dos direitos de autor e de uma marca registada. “Pharrell não lhe deu permissão para transmitir ou divulgar publicamente qualquer uma das suas músicas”, acrescenta.

Pharrell Williams junta-se à lista de vários artistas que já pediram a Donald Trump para parar de tocar a sua música em eventos presidenciais ou, anteriormente, ligados à sua campanha eleitoral. Segundo o jornal “The Independent“, “Trump geralmente utiliza bandas clássicas de rock nos seus comícios, existindo uma grande quantidade de grupos que ainda o podem proibir de usar a sua música.”

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