Rui Chafes, José Pedro Croft e Vhils com obras em três barragens

A ideia está inserida no projeto de EDP, lançado em 2006, com o intuito de promover o envolvimento entre a arte e a energia.

O projeto de Vhils tem como objetivo ligar a herança do passado à sustentabilidade do futuro

JOAO ALVES

Rui Chafes, José Pedro Croft e Vhils responderam ao convite da EDP para, através de exposições cuidadosamente pensadas, promover o envolvimento entre a arte e a energia ao intervir nas barragens de Foz Tua, Baixo Sabor e Caniçada.

As intervenções artísticas fazem parte de um projeto maior, iniciado pela EDP em 2006. Chama-se Roteiro de Arte em Barragens e tem como objetivo aproximar duas realidades que, embora pareçam totalmente distintas e desconexas, são, na verdade complementares.

À organização, Vhils destaca a ligação entre o passado e o futuro na intervenção que desenvolveu na Caniçada. A ideia, diz, passa por estabelecer uma reflexão sobre “a resiliência da população local face ao êxodo rural que tem afetado a região e a importância da regeneração geracional”, e não tem dúvidas que é uma obra que liga a herança do passado à sustentabilidade do futuro.

O projeto conta já com exposições de Pedro Calapez (Picote), Pedro Cabrita Reis (Bemposta), Graça Morais (Frades), José Rodrigues (Alto Lindoso) e João Louro (Alqueva), bem como com intervenções arquitetónicas de Álvaro Siza (Baixo Sabor) e Eduardo Souto Moura (Foz Tua).

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