Fui fazer o meu primeiro safari e foi isto que aprendi

Os leões passam mesmo perto do jipe, os elefantes são perigosos e fazer um safari ajuda (mesmo) a salvar vidas.

Eram 6h30 da manhã quando entrámos no jipe para o primeiro passeio pela reserva. Já estávamos de pequeno-almoço tomado — o primeiro, a seguir ao game drive há sempre um segundo —, e apesar do sono sentia-se o entusiasmo no ar. Estava toda a gente expectante. Afinal, não é todos os dias que podemos entrar num documentário da BBC Vida Selvagem e ver leões, elefantes e rinocerontes no seu habitat natural.

“Sabem como é que são conhecidas as impalas?”, pergunta o ranger que nos está a guiar nesse dia. “McDonald’s. Porque são muitas e estão em todo o lado.” Faz sentido. Mais: elas também têm um “m” no rabo, resultado do formato do pelo.

Mas voltemos àquela manhã. Depois de vermos (muitas) impalas, o jipe aproximou-se de uma família de leões. Começou tudo a fotografar os animais, com o zoom no máximo. Era de facto impressionante a sensação de ver aqueles animais ao ar livre, longe de grades e de gritos de miúdos. Estavam em liberdade, no verdadeiro sentido da palavra.

“Pronto, agora vamos aproximar-nos mais.” Olhamos incrédulos para o ranger. Como assim mais? Já estamos a uns dez metros dos leões, como é que nos podemos aproximar? Pior, estávamos perante uma família com um pai, uma mãe, um filho adolescente (parecia que tinha uma crista com a juba ainda incompleta) e duas crias. Que estavam a devorar McDonald’s, já agora. Como é que este cenário não poderia ser perigoso?

Ao que parece podemos aproximar-nos muito mais dos leões. Na verdade, os dez metros reduziram-se rapidamente para cinco. De um lado tínhamos o leão adolescente, do outro as crias a comer uma impala observados pelos pais. O jipe estava no meio, enfiado numa fossa. O rosto tranquilo do ranger descontraiu-nos. Se ele não estava preocupado, talvez nós também não devêssemos estar.

Fazer um safari é isto. É aceitar sem medos que estamos a entrar na casa de cada uma destas espécies, sejam leões ou elefantes. E entramos como entramos na casa de qualquer pessoa: com calma, respeito e sobretudo muita noção do espaço pessoal de cada um.

A convite da Huawei, a MAGG esteve na reserva Phinda, na província sul-africana de KwaZulu-Natal, na África do Sul, a fazer um safari. O objetivo era testar a qualidade das três câmaras do Huawei P20 Pro, o novo topo de gama da marca. Enquanto testámos o telefone, descobrimos que os leões passam mesmo perto do jipe, os elefantes são dos animais mais perigosos e fazer um safari ajuda (mesmo) a salvar vidas. Contamos-lhe tudo em imagens.

A MAGG viajou a convite da Huawei

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