Os 39 erros que as mulheres não devem cometer no primeiro encontro

A forma como comem, a maneira como falam, os temas de conversa. Não, os homens não são assim tão diferentes das mulheres.

Se é fã dos Nickelback, não o revele no seu próximo encontro.

Bem ou mal disfarçados, há nervosismo e tensão. Há muita expetativa e uma idealização. Em maior ou menor grau, imaginamos como será a pessoa que se vai sentar à nossa frente para partilhar uma refeição, bebida ou café. O primeiro encontro nunca é o mais confortável, porque significa conhecer alguém num contexto em que está tacitamente estabelecido que há margem para se vir a construir uma relação, seja ela de que forma for.

Costuma-se dizer que se conhece melhor uma pessoa nos primeiros cinco minutos do que no resto da sua vida. E que as primeiras impressões são determinantes para ditar o rumo de uma relação, seja amorosa, profissional ou de amizade. Há coincidências infelizes, que geram julgamentos precipitados, mas também há diferenças gritantes que dão o alerta da incompatibilidade.

Depois de a MAGG ter pedido a 18 mulheres para revelarem aquilo que mais as desagrada num primeiro encontro, foi a vez de perguntarmos o mesmo a 18 homens. Entre formas de vestir, maneiras de estar ou temas de conversa, houve três aspetos que foram comuns a quase todos: estar constantemente a mexer no telemóvel, falar dos ex-namorados e ser demasiado egocêntrica. Mas há mais. Muito mais.

Pedro Sousa, 35 anos

“Falar de dinheiro. ‘Isto custa isto, aquilo custa aquilo, eu ganho tanto, aquela ganha tanto, fui ali e gastei tanto, pedi isto e custou X.’”

“Falar de ex-namorados. ‘Ele fez isto e aquilo, eu com ele era assim e assado, tratava-me mal, fazia-me passar mal, todos os homens são iguais. Blah blah blah.’”

“Estar agarrada ao telemóvel. É mau sinal e falta de educação quando estão sempre a mandar mensagens, com risinhos, complementando com explicações estapafurdias sobre o que se está a falar ou a acontecer nos seus grupos de Whatsapp.”

“Falar demasiado sobre si: ‘Eu isto, eu sou assim, eu sou muito directa, eu sou muito sincera, sou super divertida, eu já apanhei imensas bebedeiras e fui muita maluca.’”

Filipe Marques, 29 anos

“Terem as unhas roídas.”

“Ser demasiado viciada em redes sociais. Estar sempre a ver o feed, a publicar coisas ou a responder a comentários.”

Afonso Leão, 38 anos

“Emitir julgamentos, sentir que é superior aos outros. É sinal de pretensiosismo.”

“Ser apanhada a mentir. Significa que é uma pessoa em quem não se pode confiar e em quem não vale a pena apostar. É muito mau quando idealizamos uma pessoa e ela vem a demonstrar-se de outra forma.”

Mário Tejo, 40 anos

“Uma mulher que conjugue mal os verbos e que não saiba falar — que cometa erros como ‘há-des’ ou diga ‘o comer’ — deixa-me logo de pé atrás.”

“Falar de coisas que não interessam. Uma vez tive um encontro de Tinder e ela só falava sobre malas e sapatos. São assuntos que não despertam nada mim. Aborrecem-me.”

“Quando não têm opiniões, não têm cultura, ou sequer vontade de aprender ou conhecer.”

Duarte Castelo-Branco, 28 anos

“Comer de boca aberta. É um momento de apreciação de tudo, menos do bolo alimentar.”

“Falar alto. Nem toda a gente tem de ficar a saber o quão bestiais e brilhantes somos e soamos num primeiro date.”

“Perguntar-me se quero ter filhos. É a pergunta proibida. Faz-me adivinhar que no dia seguinte, vou conhecer os pais, a avó e o pássaro.”

João Barros, 28 anos

“Quando me diz que é Relações Públicas na noite ou que passa a vida a sair.”

“Gosto musical que não vá ao encontro do meu. Quando me diz que gosta de Trap Rappers, por exemplo”

“Quando são introvertidas. Eu sou tímido, por isso preciso de uma pessoa que fale. De outra forma fica um silêncio estranho.”

Carlos Silva, 32 anos

“Odeio que mexam no rádio do meu carro. Não consigo explicar porquê. Chateia-me.”

“Mulheres que estão à espera que os homens se cheguem à frente para pagar. O problema não é o pagamento, mas a postura em si. É pouco elegante.”

“Não gosto quando vestem roupas de cabedal. Não acho bonito, nem em homens, nem em mulheres”.

Gonçalo Cardoso, 28 anos

“Quando fala demasiado e não ouve. Ela tem de ter e mostrar interesse em ouvir-me”.

“Ser mal educada ou desagradável para os empregados. Das duas uma: ou teve um dia muito mau ou tem uma má personalidade.”

Daniel Martins, 37 anos

“Quando não é capaz de ter iniciativa sobre onde ir jantar ou beber um copo. Ou seja, quando está à espera que seja eu a decidir tudo.”

João Marcos, 26 anos

“Sair para fumar ou falar ao telemóvel e deixar-me muito tempo sozinho à espera.”

André Diogo, 28 anos

“Ser desleixada. Não precisa de vir super produzida, mas convém que esteja arranjada. Mostra que se preocupou e que quer causar boa impressão.”

André Abrantes, 30 anos

“Quando não se ri das minhas piadas. Se ela não as percebe é porque não vale a pena.”

“Quando demonstra logo demasiada vulnerabilidade e uma vontade excessiva de ter uma relação. Mostra que é muito dependente. Eu gosto de mulheres independentes.”

Fábio Martins, 24 anos

“Falar logo em conhecer os pais. Mostra muita necessidade em querer avançar, sobretudo numa altura em que ainda não há uma ligação com a pessoa.”

“Combinar um encontro e trazer um amigo ou amiga. Assim deixa de ser um encontro. Não faz sentido. Parece que está só a fazer um favor.”

Duarte Carvalho, 29 anos

“Chegar atrasada. Num primeiro encontro devemos querer causar boa impressão e não deixar a outra pessoa passar pelo aborrecimento de esperar.”

“Não gosto de mulheres que se gabem. É como se assumissem que não têm defeitos e que percebem de tudo. Não demonstra o lado humano e mostra que pode estar só a mostrar uma imagem feita para nos iludir.”

Pedro Fontiê, 28 anos

“Não gosto quando não têm iniciativa para comunicar, ou seja, quando, nos momentos em que me calo, deixam pura e simplesmente de dialogar. Demonstra que não sabem falar ou que não têm nada para dizer.”

Benildo Castro, 32 anos

“Não gosto quando são ‘ansiosas por agradar’. Detesto quando sinto risos forçados. Não quero que me agradem. Quero que uma rapariga seja igual a si própria. Depois, logo se vê.”

António Cunha, 29 anos

“Falar com os cotovelos em cima da mesa, gesticular com os talheres no ar, comer com a faca. Todas essas coisas fazem-me muita confusão.”

“Quando é sistematicamente ignorante e, pior, quando fala sem conhecimento de causa e tem opiniões sobre tudo, mesmo sobre aquilo que não sabe. Não gosto que não consigam assumir que não sabem ou que não percebem de um assunto.”

“Mas, mais importante, odeio cinismo e falsidade. Se a pessoa for verdadeira e genuína, e mostre aquilo que, de facto, é, consigo ignorar os talheres no ar ou as opiniões excessivas.”

Pedro Belarmino, 34 anos

“Ter os dentes descuidados, como ter tártaro. Odeio.”

“Ter as unhas com extensões, pintadas com cores berrantes e com desenhos.”

“Quando me diz: Gosto de Nickelback.”

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